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  • Foto do escritorGenival Dantas

O debate final entre os presidenciáveis






O fato sem politicagem 29/09/2022



Logo mais à noite, pela Rede Globo de Televisão, teremos o último debate entre os presidenciáveis que farão suas tentativas de convencimentos, cada qual buscando a simpatia do eleitorado que ainda continua indeciso, enquanto outros tentam apenas agradecer o acompanhamento dos eleitores por todo percurso dessa campanha e que se encerrará, na televisão e rádio, ainda na data de hoje, ficando a expectativa do resultado final no próximo domingo, dia 02/10.


Não acredito que essa última tentativa possa mudar muita coisa no computo geral, não obstante, a quantidade significativa de eleitores ainda em dúvidas, e a diferença entre os dois primeiros colocados nas pesquisas, Bolsonaro e Lula, e os demais candidatos ao cargo de presidente da República. Acredito que o risco de uma mudança expressiva é infundado, muito embora seja possível um fato gerador de última hora que venha trazer reviravolta no quadro eleitoral.


O que deve ocorrer, na percepção geral, é a manutenção do quadro de intenções de votos, talvez a dúvida que venha existir é a vitória de um dos candidatos, favoritos, ainda no primeiro turno, se ocorrer será uma surpresa muito grande, as empresas responsáveis pelas pesquisas estão trabalhando com números desencontrados, algumas apontam o favoritismo para um candidato, enquanto outras empresas classificam o outro candidato como preferido do eleitor.


Enquanto isso há avaliações em curso, dando como certeza, qualquer que seja o resultado das eleições do primeiro turno, a federação formada pelo PT, PCdoB e PV, com atual formação de 68 deputados terão entre 68 a 75 parlamentares. O PL deve ser o partido político com 76parlamentares formarão um grupo de 70 a 80 integrantes, o grupo formado por PP, PL, Republicanos, e União Brasil, formará com aproximadamente 298 deputados, com domínio da casa.


Enquanto a esquerda deverá formar com 162, ou seja, 30 deputados a mais. Isso ocorrendo e se o Lula for vencedor terá que fazer composição com atuais aliados do Bolsonaro, incluindo-se aí o Centrão, ou seja, nada mudará no Congresso. Podemos verificar que a nossa sina é calamitosa, o Executivo vai continuar com um presidente limitado e com pouco poder de barganha e o Legislativo dividindo o controle orçamentário para desespero dos próprios brasileiros.


Até que a sentença seja dada, vamos continuar com o Judiciário amordaçando os dois Poderes aqui indicados, Executivo e Legislativo, os 11 membros daquela casa sendo orientados pelo ministro Alexandre de Morais, qualquer que seja o presidente da casa, com a ditadura do Judiciário prevalecendo, e o ministro Morais levando sob seu cabresto as duas Casas irmãs, locadas na Praça dos três Poderes, por mais 04 anos, no mínimo.


Falando em Alexandre de Moraes, em sessão do TSE, sob seu comando, o gesto do ministro, enquanto uma sua colega falava, passado a mão em “L”, sobre a garganta, deve ter sido um gesto falho, ou até mesmo uma indicação de descontentamento com a oradora, até mesmo pode ter sido uma coincidência muito forte com um gesto maçônico, não fora o erro da não utilização do dedo polegar. Quem é maçom, ou conhece dessa cultura sabe exatamente ao que me refiro. Isso é um fato.




Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista













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