Tudo se renova menos os sacripantas políticos
- Genival Dantas

- 27 de jul. de 2024
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Velhos vícios, trapos remendados 27/07/2024
A França nos deu um exemplo, na abertura das Olimpíadas, no dia de ontem, nos mostrando que mesmo um produto antigo, caso específico dos jogos olímpicos, pode ser renovado, oxigenado, com o advento das novas tecnologias o mundo cibernético nos pede mais criatividade para que a IA possa fazer parte do nosso mundo real, mesmo com as costumeiras críticas dos inconformistas de plantão.
Foi preciso que os jogos voltassem para o velho continente Europeu, depois de sediá-los em 1900 e 1924, exatamente à terra do Napoleão Bonaparte, o homem que não permitiu a velha Democracia fosse esfacelada, que ali na França, aquele evento fosse rejuvenescido de forma simples e objetivo, impactando os incrédulos e revigorando a força da juventude sadia e atlética.
Nos entrementes, estamos aqui cercados de pseudos sacrossantos, autodenominados de salvadores da pátria, usando indevidamente o nome da Democracia, em ritmo de chacota, nossos pré-candidatos, assim aludidos, aos executivos dos municípios, em tentativas urdidas pelos canais digitais, em busca dos votos dos mais despreparados, mesmo sem projetos, lenço ou documento.
Temos encontrado, por todo País, legiões de postulantes ao cargo de prefeito, muito embora sem nenhuma referência aos seus objetivos, contidos no embornal, que possa lhe proporcionar sustentação que lhe valha como bandeira de luta e de guerra na duro embate que terá assim que o TSE assim permitir e a batalha seja declarado, nem mesmo as chapas estão delineadas.
Esse é o caso de São Paulo, exceto os dois oponentes declarados de Esquerda e Direita, por imposição dos seus apoiadores, Lula e Bolsonaro, os demais, mais expressivos, estão navegando solitariamente: Pablo Marçal (PRTB) José Luiz Datena (PSDB) e Tabata Amaral (PSB) correm em direção ao tudo ou nada, com as duas mãos na cabeça para não perderem o juízo.
Genival Dantas




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