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  • Foto do escritorGenival Dantas

Se todos colaborarem a pandemia vai passar (25/01/2021)





O Fato Sem Politicagem 25/01/2021


Na data de ontem, 24/01/2021, o Jornal O Estado de São Paulo, trouxe uma matéria, página A14 (Metrópole) um quadro de orientações e dúvidas sobre a vacinação contra a Coronavírus, com 45 pontos importantes para a população brasileira. Aproveitei para fazer comentários de alguns aspectos que considerei, não de maior relevância, de mais aproximação com o leitor da internet, não só pelo aspecto orientativo, como uma maneira de esclarecer algumas dúvidas mais constantes no dia a dia de todos nós.

· Campanha – como é sabido há todo um envolvimento do Governo Federal, Governos Estaduais e Municipais, nesse momento da pandemia sanitária, com a falta de imunizantes para um trabalho com alcance de toda população, as autoridades dos setores tiveram o cuidado de fazer um planejamento prévio com objetivo de aplicar a primeira dose indicada aos profissionais da saúde e especificamente aos de linha de frente e os sexagenários que vivem em instituições de longa permanência (Asilos) e os maiores de 18 anos com deficiências, vivendo em residências inclusivas.


Nessa primeira leva foram adicionados os indígenas que vivem em terras indígenas, os quilombolas foram retirados, entretanto mantidos no Estado de São Paulo. Acrescento, apesar de todo esforço feito pelos que procuram realizar um trabalho minimamente consciente e objetivo, alguns elementos fora do contexto e alheios às orientações do comando geral tiveram a petulância de furarem o combinado e se escolheram para a vacinação indevida, o que lamentamos profundamente.


Nesse caso, fica mais que evidente que nem mesmo na hora da tragédia o brasileiro não deixa de ser espertalhão, ainda bem que é uma pequena quantidade de desclassificados agindo fora da curva. O que temos observado é que, principalmente o MP (Ministério Público) tem procurado controlar a situação e atuando com as devidas penalidades previstas para essas situações esdrúxulas.


· Segurança – percebemos uma preocupação muito forte por parte dos jornalistas que trabalharam nessa cobertura evidenciando os fatos, sem, em nenhum momento, politizar a situação, enumerando os passos a serem seguidos pelos seus respectivos grupos, quando chegarem à vez de cada um, sem atropelos e nem descriminação; foram lembrados todos os órgãos envolvidos e autoridades médicas/científicas, consultadas e tomando ciência dos prazos, vantagens da vacinação é até mesmo algum risco que porventura possa ser levantado, para cada classe.


Peço que cada habitante procure se orientar na sua cidade correspondente, com médicos e paramédicos ficando atento ao que for mais fiel aos procedimentos técnicos, evitando informações desencontradas com finalidades de fake News, sem nada acrescentando ao bom desempenho da campanha, que é séria e voltada para o bem estar coletivo.


· Futuro – aqui o futuro se refere à continuidade da vacinação, como a quantidade dos imunizantes é menor que a demanda, é preciso que se mantenha uma ordem de prioridades, procurando alcançar primeiro os de maior risco, dentro das comunidades, considerando-se os acometidos por comorbidades e mais idosos, sempre numa ordem do maior para o menor, esse é um critério universal e sábio.


· Vacinas – a vedete da história, mais assediada que nunca, está sendo trabalhado no Brasil, tanto pelo Instituto Butantã (São Paulo) como pelo Instituto Fiocruz (Rio de Janeiro) com insumos cuja origem é a China, mesmo a fabricada originalmente na Índia, o famoso IFA (insumo Farmacêutico Ativo) é originalmente da China. Vamos ter muita paciência para que o mercado brasileiro seja servido de forma regular e constante e não nos falte os produtos, para os devidos fins, é certeza que a ANVISA, faz um belo trabalho nesse sentido.


· Hábitos – mesmo para aqueles que se vacinarem em escala de prioridade as recomendações continuam as mesmas, não abrir mão da assepsia e higiene pessoal, cuidados especiais com as mãos e o uso permanente do álcool gel, além das máscaras e o distanciamento providencial. São gestos tão pequenos e tão importantes nesse momento em que temos que nos cuidar e ao mesmo tempo preservar a vida dos outros também.


Espero que o leitor tenha entendido o texto, suave em fazer as colocações, específicas e pontuais, seguindo exatamente o trabalho do matutino citado anteriormente. Dessa forma, que as nossas palavras sirvam apenas como uma forma de dizer sim ao que é de mais perseguido nos últimos tempos pela raça humana, à imunização geral de todos nós.


Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista








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