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  • Foto do escritorGenival Dantas

Para o bem ou para o mal somos hoje o resultado do passado





O fato sem politicagem 15/09/2022



Se o passado não dignifique seu futuro, seu presente é neutro para qualquer atividade que você venha se propuser a realizar. Dessa forma é fato afirmar que somos o resultado das nossas ações no passado, assim sendo, você vai colher exatamente aquilo que você tenha plantado; em termos de vida não há estações melhores ou piores, há sim, bons propósitos, trabalhos realizados com brilhantismo, ou rascunhos de uma trajetória de falhas, erros, portanto nada recomendável.


Como hoje é resultante de ontem, na política também nasce pronto, vamos fazendo nossos representantes dentro das nossas comunidades até chegarmos ao comando geral, no nosso caso, o Governo Federal, passando pelo Estadual. Todo político sai da sociedade, que é a base. É lá na cidade, muitas vezes do interior que surge o representante do povo, rotulado de político e esse se fará uma expressão do bem ou do mal, dependendo da sua personalidade e ética.


Tudo lhe é permitido, até mesmo ser bandido, muitas vezes duas personalidades distantes nascem da mesma família e percorrem caminhos bem distintos. Várias foram às famílias que se destacaram e vêm se destacando até hoje nesse meio de ajudar a sociedade por meio de uma colaboração direta ou indiretamente. Antes não havia uma exigência para que houvesse remuneração por essa atividade quase que espontânea; solidária e colaborativa.


O mundo mudou principalmente no Brasil, saímos de um sistema Monárquico, regime curto, com dois imperadores apenas, até o golpe dado em Dom Pedro ll e implantado a República, essa mesma República tão maltratada por aqueles que deveriam ser seus benfeitores, na realidade em vez de servi-la simplesmente se servem, a maioria dos seus gestores tirando benefícios próprios deixando a população relevada e não objeto de suas preocupações.


Nesse transcurso, desde 1889, somos sempre levados pelos arroubos e demagogia principalmente daqueles de caráter franco ou inexistente, tivemos de tudo, República, Nova República, golpe e instalação da Ditatura de Vargas, Redemocratização, finalmente uma nova Constituição com regime presidencialista, mas de espírito parlamentarista, traduzido no semipresidencialismo de coalizão, até presidencialismo coagido; onde tudo vale e nada serve.


Para chegarmos a esse momento de total submissão do Executivo aos demais Poderes (2), o caminho foi longo e penoso, muitas famílias deram suas parcelas de colaboração, umas agiram do lado do bem, outras do mal. Não vou enumerar por Estados, muitas famílias passaram tanto pelo bem como pelo mal e em Estados diferentes. Outra situação que não podemos separar é por cronologia, umas já sumiram do palco político outras permanecem.


Vamos fazer as citações aleatoriamente, Famílias: Bornhausen, Maia, Gomes, Quadros, Jereissati, Lucena, Mariz, Figueiredo, Carneiro, Agripino/Maia, Magalhães, Dourado, sobral, Pinto, Menezes, Lomanto, Coelho, Andrade, Brito, Calheiros, Collor/Mello, Arraes, Lyra, Mello, Neves, Valadares, Kubitschek, Sarney, Barbalho, Temer, Haddad, Maluf, Barros, Picciani, Garotinho, Lacerda, Vargas, Medeiros, Machado, Lorenzoni, Paim, Brossard, Lemos, Simon, Silva, Bolsonaro, Gomes e Tebet.


Temos sobrenomes relacionados de todos os tipos, dos que acrescentaram à história do Brasil valores inapagáveis, outros por descaminhos políticos agiram de má fé enlutando os eleitores que apostaram na decência desses personagens nada Republicanos. Os que trabalharam com dignidade e honradez, seus sobrenomes são exibidos nas bandeiras de campanhas pelos seus parentes sucessores na política, como verdadeiros paladinos da Democracia.


Enquanto os que trabalham apenas em causa própria, dilapidando o erário público, surrupiando valores nada dignificantes, ludibriando, principalmente, os mais humildes, envergonhando seus eleitores; tanto nacional como internacionalmente, uma vergonha incontestável para seus partidários e Partidos políticos, fazendo que parceiros políticos se envergonhem até de colocar o sobrenome de quem devia honra-lo. Essa é uma realidade explícita e um fato real.




Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista













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