O ano ficou no pretérito, mas continua produzindo ações nefastas
- Genival Dantas

- 11 de jan. de 2025
- 2 min de leitura



A extensão da guerra se mede pelas perdas humanas 11/01/2025
O ano de 2024 definitivamente não passou, os resultados dele obtido nos fez penar por longos dias e noites pesarosas. A economia mundial não foi bem, a do Brasil foi singularmente devastadora, o índice oficial da inflação do ano próximo passado saiu com cara de deboche, com IPCA de 4, 83%, fora da meta e colocando pressão sobre a perspectiva e meta inflacionária para 2025.
Na política, a impressão que temos é que o mundo ficou de ponta cabeça, o presidente eleito nos EUA, Ronald Trump, ainda não contente com o prejuízo que os americanos terão com o incêndio, torrando o solo da Califórnia, com prejuízo já projetado de US$ 57 bilhões, apenas para a reconstrução dos imóveis destruídos, além das perdas materiais inerentes ao patrimônio dos afetados, isso se o seguro pagar os bens imóveis atingidos.
Na nossa América do Sul, terra dos ditadores à moda antiga, tipo Getúlio Vargas, até mesmo Fidel Castro, o ditador subserviente dos países comunistas, Nicolas Maduro, sob a cortina esmolambada, detonada pela prática de assassinato de inocentes, toma por mais um período, o governo venezuelano, um País rico com seu subsolo e com sua gente pobre, humilhada, tentando fuga desesperadamente.
Na Ásia e na Europa, há uma luta inglória por um mercado futuro, quando seus maiores produtores, tentam angariar clientes potenciais, surgindo uma guerra de informações e desinformações ao mesmo tempo, elevando o grau de animosidades ao ponto de provocarem uma tensão comercial tão forte, que gera possibilidades de guerras regionais, quiçá até um confronto, direcionando-se a uma terceira guerra.
Não podemos eximir dessa tacanha situação os EUA, por seus interesses comerciais, em várias regiões do planeta, e o pensamento tosco do presidente eleito Donald Trump. Considerando que o Brasil, momentaneamente ficou acéfalo, pela incapacidade e incoerência gerencial do atual governo, estamos embarcando nessa canoa furada com todos os arcos e flechas, únicas armas que sobraram do desembarque dos portugueses no nosso País, entendendo que não temos Forças Armadas, com armamentos suficientes, para qualquer levante interfronteiras.
Genival Dantas
Poeta e Escritor





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