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  • Foto do escritorGenival Dantas

Metaforicamente falando a esquerda atravessou o samba e se tornou escusada











Velhos vícios, trapos remendados                   11/02/2024

 


Dentro da escatologia, aproveitando o momento carnavalesco quando todos se divertem e nada nos leva ao fim do mundo, a não ser a presença de extraterrestres, entre nós, com suas insinuações mirabolantes, se faz necessário dizer que a esquerda com toda sua proxeneta, vai aos poucos se desvencilhando dos esbulhos, mantendo-se na turbação dos sacros santos poderes sobre a incredulidade.

 

Eu aqui no meu canto quieto  sob o som das vozes dissonantes vindas de um boteco próximo ao banco da praça que me recosta para admirar o ronco dos escapamentos de motos de 1500 cilindradas que passam velozmente como a dizer que o rei é “momo” mas quem reina, em todos os tempos do verbo, é a voz rouca das ruas em nome do famigerado presidente Lula da Silva.

 

No atual momento e doravante, sua fama não se prende, ele um dia já foi preso, aos fatos memoráveis que ele ajudou a construir pelo lado social do Brasil, mas pelas desqualificadas ações praticadas em outras gestões, tornando essa Pátria nossa em republiqueta das bananas, da América Latina, denominada pelos seus detonadores comunistas com terra arrasada pelos megatons em dólares daqui desviados.

 

Quem somos nós para implicarmos com as gargalhadas dados pelo mundo mundano que com pieguice nos trata acintosa e sofregamente, nos arremete às pedras do cais, como a liquidar o predador mais infortúnio que desditosamente vem encerrar seu círculo de vida nas areias quentes de uma praia distante e contaminada com rejeitos de navios ancorados em porto de pouco futuro.

 

Indubitavelmente esse é o carnaval de outros tempos revividos nas memórias fracos de idosos rejeitados bem mais próximos da morte que da vida, tentando anunciar um samba enredo para desfile do bloco dos anciões relevados a um segundo ou terceiro plano que faz planos para tentar tirar, ou escaramuçar seus últimos suspiros para não torna-los ofegantes e com pouco folego.

 

Estamos em uma época em nossas vidas de esperas sem esperanças que não se compraz apenas com palavras para gestos futuro, o resto de vida que temos não nos deixar enganar, o tempo é restrito ao presente sem o cheiro azedo do passado nem a incerteza do futuro, portanto, somos o hoje absoluto sem a descompressão da sádica presença de uma provável sentença de morte de um réu confesso de um crime nunca praticado.

 

 

 

 



Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista

 

 

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