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  • Foto do escritorGenival Dantas

Mais um semestre perdido no meio de tantas incertezas
















Velhos vícios, trapos remendados                           23/06/2024

 

 

 

O primeiro semestre caminha para seu encerramento, comparando aos dois anteriores do primeiro ano do terceiro governo Lulopetista nada avançou em termos de positivo, temos patinado no entorno do mesmo e as perspectivas são as piores possíveis, pelo menos dentro das possibilidades previstas para o ano em curso e porque não dizer até o final desse governo desacreditado na sua origem.

 

Em uma decisão unânime, o Copom manteve a taxa de juro em 10,50%, sinalizando que esse juro estável deverá se manter, pelo menos, até o final do ano, em uma resposta indicativa que não vai valer a pena o Governo Federal fazer pressão sobre um Banco Central independente com uma administração responsável e consciente dos seus deveres.

 

Pelo menos o Copom tem a certeza que vai fazendo o que deve ser feito apesar da truculência do presidente da República, de espírito ditatorial, se metendo onde não é chamado, não lhe competindo nem mesmo a fazer comentários, mormente quando é sabido que ele não tem competência para opinar em uma área de seu total desconhecimento de causa.

 

Outra situação que merece uma atenção especial é o Plano Safra 2004/2005, que além do Estado fazer aporte de capital, além do crescimento vegetativo, há o acréscimo a ser considerado pela crise no agronegócio proveniente do desastre climático do RS, além dos R$500 bilhões necessários e solicitado pelo setor, deve-se ser considerado esse fator extraordinário, mesmo em detrimento a outros setores.

 

Apenas para justificar nossa total desconfiança no atual governo, que não gosta de trabalhar dentro da lisura merecida, o caso da importação do arroz, o assunto ainda não foi resolvido, o governo teima na bendita importação, para tanto já anuncia novo leilão, acrescentando mais dúvidas sobre essa operação desnecessária, obtusa e inconsequente, a não ser que o governo queira apenas para chamar de seu e carimbar a embalagem com efeito apenas eleitoreira.




Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista




























































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