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  • Foto do escritorGenival Dantas

Das ondas do mar ao fogo que arde sobre as terras do pantanal (27/07/2021)




O Fato Sem Politicagem 27/07/2021


O momento em que vivemos é no mínimo surreal, enquanto jovens brasileiros e tantos outros se esforçam para ganharem nas suas respectivas competições e categorias, no outro lado do mundo, Japão e seus mistérios, o resto do mundo anda debruçado sobre seus problemas de conciliação entre a sobrevivência entre os males da natureza, que entediosa se vinga de nós humanos e de nossa usurpação das suas riquezas e segredos naturais.


Nas últimas quarenta e oito horas tivemos o exemplo de dois jovens, individualmente, mesmo vivendo nas suas simplicidades sacudiram os brasileiros de alegria e orgulho. O potiguar Ítalo Ferreira, ganhou a medalha de ouro, no surfe olímpico masculino, a primeira nessa modalidade, portanto um fato que ficará para a posteridade, vista sua relevância e importância para a juventude tão necessitada de exemplos de luta e resiliência, em um mundo de tantos alienados.


Não menos importante foi a façanha da menina moça, Rayssa Leal, maranhense, de apenas 13 anos e uma personalidade de sênior, com seu skate e sua dedicação fez jus ao seu premio de medalha de prata pela sua categoria, coragem e determinação, feito que ficará registrado para as próximas gerações; ela simplesmente é a mais jovem atleta a ganhar uma medalha olímpica para o Brasil, feito esse que deixará uma divisão de épocas para o Brasil e nos Jogos Olímpicos.


Outros atletas estão brilhando, já ostentamos sobre nosso peito 05 medalhas brilhantes como seus metais, muito mais virão, certamente, estávamos precisando desse mimo ofertado pelos nossos jovens atletas e seus treinadores, compensando de certa forma a angústia que nos acomete no meio dessa pandemia universal, cuja marca negativa de mais de 550 mil brasileiros tiveram suas vidas ceifadas por erros e desacertos de muitos camuflados na incapacidade dos seus cargos.


Assim como os brasileiros outros povos também lamentam seus mortos e recuperados, contabilizam suas perdas e consequências negativas. Mesmo com todo o drama que estamos passando muita gente ainda não se inteirou da dramaticidade que estamos vivendo, se expõem sem os devidos cuidados sanitários contribuindo com a resistência do vírus que nos cerca e nos mata de forma continuada, a nos lembrar da nossa leniência e incapacidade de reação.


Enquanto lutamos contra os males que nos cercam, muitos ainda ficam indiferentes com os avisos da natureza; em determinadas regiões somos sacudidos com o desequilíbrio da natureza e as águas caem como que castigo e invadem cidades e campos acarretando prejuízos aos nossos trabalhadores urbanas e rurais, numa verdadeira contingência calamitosa para os que moram ribeirinhos aos rios caudalosos como os da Amazônia.


Não muito longe dali e no pantanal o mato seco por ausência de chuvas começa a preocupação dos incêndios, catástrofes que circundam os homens abnegados que teimam em continuar nas terras que lhes são caras pelo amor que eles sentem do seu solo natal. É muito triste saber e verificar que esses conflitos de polos bem distintos trazem aos homens e animais nativos os mesmos problemas de sobrevivência e condição desumana e desditosa.


Para não fugir do meu tema principal, política, o governo federal se entrega como uma colombina se entrega ao seu pierrô, nos braços dos seus sequestradores políticos e confere aos seus aliciadores à chave da porta principal do seu palácio, a Casa Civil, o senador Ciro Nogueira (PP/PI), o mais importante galanteador político do Centrão tomará conta da chave do coração palaciano, para deleite do seu grupo de aproveitadores do dinheiro público, nos últimos governos desde 1988.


Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista







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