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  • Foto do escritorGenival Dantas

Bucéfalo o cavalo que tinha medo da própria sombra







Novo governo velhas práticas 25/01/2023



Quando Alexandre, o Grande, rei da Macedônia, ganha o seu parceiro de guerra, o cavalo Bucéfalo, em uma aposta vitoriosa pela sua astúcia e caráter observador que ele tinha, percebeu que se tratava de um animal dócil, desde que fosse domado, Bucéfalo tinha medo da sua sombra. Esse fato que parece até relevante, se repassarmos essa história para a história dos humanos vamos verificar que, normalmente, os comandantes têm medo dos seus comandados mais inteligentes.



Nos dias de hoje temos visto, principalmente nos políticos e executivos o alto índice de receio que existe entre eles de muitas vezes contratar algum auxiliar direto, ou mesmo indiretamente, que seja dotado de alguma experiência e espírito que demonstrar sensibilidade voltada à aprendizagem rápida e ambiciosa, dessa forma, eles contratam pessoas subservientes, de viés indolente e com características de pouca possibilidade de crescimento profissional.



Nessa esteira da narrativa percebo que a história tem nos dados a presença de mandatários voltados as cantilenas repetidas e inalteradas, se configurando em verdadeiros músicos de uma nota só, tornando as horas e os dias mais enfadonhos e de ar mais pesado. Particularmente, nesse início de ano e no Brasil, início de governo, a beligerância não passou com o encerramento da campanha política, a situação ficou mais evidente com o quadro de penúria que compõe o novo governo.



O novo presidente, Lula da Silva, vem mais turbinado na questão ideológica, talvez por não ter um plano de governo convincente, aponta seus auxiliares, com raríssimas exceções, velhas raposas da política, sem nenhum espírito renovador, sem dotação intelectual e ou técnica que possa oferecer qualquer possibilidade de viabilidade técnica e economia para um novo governo de velhas práticas de corrupção e violação ao erário público.




Em uma prova da minha narrativa inicial verifico que a capacidade dos membros do governo Lulopetista têm as características do seu líder maior, sem a menor coordenação administrativa, tentando jogar para a plateia, fundamentados em teses visivelmente superados, testados e derrotadas, sem o menor conhecimento das causas defendidas, caso específico da área econômica que só tem agido para derrubar as bolsas e elevar dólar e juros.




Essa é, efetivamente, uma tragédia anunciada, Lula da Silva, fez sua primeira viagem internacional, indo à Argentina, com seu velho discurso de solidariedade aos vizinhos socialistas e comunistas, oferendo dinheiro em penca, como nossa economia vivesse um momento de fartura plena, amarrando compromissos, jogando aos leões da arena o malfadado BNDES, cujo passado às mãos representou todo um descontrole financeiro de um governo desastroso.


A história se repete, vai começar a farra dos milhões emprestados, talvez a fundo perdido, aos países mais miseráveis que fazem parte da América do Sul e da África sofrida, enquanto nossos empreendedores estão em verdadeira petição de miséria, nossa economia vem em crescente quebradeira, sinal inconteste que o empresário sério do nosso Brasil não confia no atual governo, claro que temos razões suficientes para desacreditar naqueles que não têm valor. Isso é um fato.





Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista






































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