Vidas que partem vidas que retornam, só a morte é definitiva




Não é tolerante quem tolera a intolerância 01/11/2026
Filosofia dos pensadores da Praça do Canhão - Ribeirão Preto
Amanhã faremos nossas orações aos nossos parentes e amigos que já partiram para o altar de cima, cada qual dentro das suas religiões, até mesmo isolados, sem a participação de crenças religiosas; como também sou um cristão, devoto da minha fé, farei minha homenagem aos que partiram provando para a minha pessoa que também tenho meus momentos de contemplação.
Como sou um migrante nordestino, vivendo em terras alheias, não me sinto como tal, pois, desde minha saída das terras nordestinas e acolhido no Sudeste, mesmo com saudades infinitas da minha gente sinto-me deveras grato por essa página da minha vida e gratificado ainda pelos amigos que aqui encontrei, muitos dos quais eu os perdi pela presença da morte.
Só espero que nossos parentes e amigos mais próximos tenham se encontrado com a felicidade plena em outras paragens para onde foram encaminhados a fazer parte de uma outra existência, e se houver algum retorno que venham com maior sapiência para poder ensinar os mandamentos da esperança, se efetivando na vida e passagem de futuras gerações.
Colocando a bola no chão, li no jornal “O Estado de São Paulo” caderno de Economia & Negócios, páginas 1 e 2, dessa data, uma matéria interessante sobre o volume da emigração entre 1997 e 2007, de brasileiros indo morar no exterior, com as crises intercontinentais;
em função de guerras pontuais e custo de vida, esses irmãos estão retornando ao nosso país, numa prova inconteste que tudo é contornável; vamos orar para que esses irmãos se sintam acolhidos e encorajados para essa nova fase de suas vidas.
Genival Dantas
Poeta, Escritor e Jornalista





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