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  • Foto do escritorGenival Dantas

Se não tomarmos por lógica a isenção o julgamento será capcioso













Velhos vícios, trapos remendados                   17/03/2024

 


Levando em consideração os artigos vinculados ao “Jornal O Estado de São Paulo”, matutino que venho lendo nos últimos 50 anos, desde que aportei em São Paulo (Capital) procuro me orientar pelos seus editoriais, mesmo sabendo que ele já não é o mesmo e vem sofrendo mutações nesse transcurso, saudades dos tempos que impera a crítica soberana da sua ala direitista, com prevalência supra partidária.

 

No último dia 17, ontem, na página A3 (Notas e Informações) me deparei com dois textos voltados para o momento político, como sempre, e para justificar meu título, percebi a versão voltada para uma das partes dos temas envolvidos. “Golpista até o Fim”: considerando os fatos lidos naquele texto, o ex-presidente Jair Bolsonaro pode buscar recursos jurídicos, ele não vai se safar de uma condenação fatal.

 

Vejamos a minha impressão: conforme informação, do brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior (Aeronáutica) prestada à Policia Federal, em depoimento como testemunha, o general do Exército, Marco Antônio Freire Gomes, em uma das tantas reuniões questionadas, tamanha foi a insistência do Jair Bolsonaro com os institutos jurídicos, entre os quais a GLO, que o general falou em dar voz de prisão ao Bolsonaro.

 

Ante essa atitude extrema é de se pensar a que ponto chegamos, naquele momento de intempestividade política e o que estávamos vivendo hoje sobre nossa terra tão isenta de guerras, e ou conflitos. Mais ainda, o presidente do partido de Bolsonaro (PL), também relata à mesma PF que sempre foi contra qualquer indelicadeza com a Democracia e agira por pressão do próprio Bolsonaro.

 

Não tenho a menor dúvida que as pessoas envolvidas nessas declarações são afeitas aos compromissos sérios, com relevantes serviços prestados à Nação brasileira, porém, por um direito de justiça, antes de qualquer avaliação mais que justificada, é necessário que o direito de resposta seja dada ao aqui réu e de difícil defesa, não só pelo ato em si, mas pelo comportamento pregresso do capitão, Jair Bolsonaro.

 



Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista

 

 

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