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  • Foto do escritorGenival Dantas

Se não houver concertação política o Brasil não terá conserto (29/07/2021)




O Fato Sem Politicagem 31/07/2021


Em pleno século XXl há brasileiros vivendo numa época anterior a neolítica quiçá paleolítica, tamanha é a capacidade de se situar uma leva de eleitores brasileiros, espremidos pela ignorância cultura e ausência de discernimento existencial. Não há necessidade de o cidadão ter uma especialidade histórica, mestrado, doutorado, nem mesmo ser PHD na matéria para se mantiver minimamente informado do que ocorre pelo menos dentro do seu habitat.


O que vem ocorrendo no território nacional, para quem acompanha o comportamento da maioria do povo brasileiro, tentando se educar com todas as dificuldades que a estrutura educacional lhe impõe, de forma cruel e desumana, quando sabemos que uma das principais maneiros de evolução do ser humano é pela cultura, levado automaticamente a patamares superiores dentro da sociedade que lhe acolhe e que devia ser responsável por todos os direitos humanos que lhe é reconhecido.


Temos um país segmentado por camadas bem distintas, politicamente, uma parte identificada na extrema esquerda delinquente e outro tanto na direita na também extremada direita desastrada, ambas, segundo fontes do próprio governo, gira em torno de 60% do eleitoral e da economia ativa do Brasil, esse número representa praticamente dois terços da população, o restante fica por conta de uma parcela perdida e alheia aos destinos da Nação.


O que mais lamentamos é a falta de compromisso que temos para com o país, parece até que o nosso voto serve apenas para não sermos multado pela nossa ausência periodicamente nas urnas eleitorais. Essa apatia política do brasileiro é tradicional, em todo período da República (uma estrutura política de Estado, forma de governo composta por três condições fundamentais: número razoável de pessoas, sociedade de interesses e fins, e consenso do direito, segundo Cícero).


Hoje temos uma sociedade política, na sua maioria, formada por delinquentes formais, com grande número de processos sendo respondidos por essa maioria abjeta, constituída de elementos que se esmera em desvios de recursos públicos para benefício próprio, ou de seus abomináveis séquitos, cuja permanência dentro dos governos só é possível com anuência da população que sem nenhum critério de zelo pelo Estado vota em recorrência normal nos mesmos histriões.


Numa Democracia (regime político quando os cidadãos elegíveis participam igualitariamente, direta e indiretamente, eleitos representantes pelo povo em sufrágio universal) caso específico do Brasil. Nos últimos tempos a bipolarização formada por duas correntes devastam, inconsequentes, manipuladoras do povo e delinquentes oficiais, propositalmente distribuídas dentro da administração pública para a prática deplorável do assolamento do Estado, cada qual da sua forma e modo.


Em governos anteriores, como é sabido, o governo da esquerda deletéria foi contundente, respondendo pelo maior plano de corrupção tem todas as Repúblicas e em todos os Continentes, até reconhecido pelas manobras executadas. Com o governo atual a forma é simples, foi instalado no coração do governo um grupo que vem operando de longa data, em outros governos, conhecido como Centrão, que se mantém ativo, no Legislativo, pelo apoio dado aos governos em crises.


A maior cretinice dos últimos tempos foi à ação de grupos formados dentro de determinados partidos políticos, com a intenção única de provocar seus adversários e até mesmo a sociedade, com prática de vandalismos e destruição do patrimônio público e privado, pelo prazer apenas de destruir. No último movimento de ruas, patrocinado pela oposição, tiveram a infelicidade de colocarem fogo em uma estátua erigida em homenagem ao reconhecido Bandeirante Borba Gato.


Sem nenhuma noção de quem foi Borba Gato e sua importância na interiorização do nosso país, numa época escravagista que imperava sobre o planeta terra, quando se utilizava a mão de obra dos povos mais carentes e necessitados, até mesmo os índios nativos do Brasil sofreram com essa política danosa para a nossa contemporaneidade, mas de aspecto cultura naquelas épocas de poucas leis e proteção do ser humano de qualquer etnia.


Querer exportar uma cultura trabalhista de nossa época para datas anteriores é no mínimo ridículo, como vamos alimentar o ódio por sistemas de governos de povos passados, eras passadas, e apenas pelo ódio vão menoscabar as tradições passadas, mesmo que erradas na nossa atual concepção. É de se lamentar, profundamente, tentar reprimir uma situação que não nos pertence e nem temos o controle daquilo que não vivemos e não nos pertence.


Pelas narrativas danosas, quando outros sistemas e formas de composições sociais surgirem vão, certamente, querer condenar os empresários do Capitalismo, por esses serem cruéis e danosos a classe operária, pelo mal que o empresariado pratica em manter os funcionários presos a um sistema de trabalho remunerado, por meio da CLT, e sua nociva capacidade de opressão cometida aos inocentes operários e indefesos, pelos desumanos empregadores. Ou falta de tirocínio!


Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista







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