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  • Foto do escritorGenival Dantas

Quem infringe as leis pode infligir castigos desnecessários






O fato sem politicagem 25/04/2022


Há um ditado popular antigo, porém bem atual, e que reflete os novos tempos: panela (comida) que muitos mexem ou sai insossa ou salgada, isso é fato, isso é real. Outro caso real, é comezinho, nem sempre os que se propõem nas atividades, estão verdadeiramente talhados para desempenhar uma tarefa, quando não são apedeutas, até mesmo analfabetos formais, os que, efetivamente, agem por impulsos, em agradecimento a terceiros e, pasmem (ideologias e sofismas).


O mês de abril nunca esteve tão carregado de imperfeições no âmbito do comportamento humano, certamente, por conta daquilo que vem nos sacrificando, dois danos de pandemia sanitária e dois meses de uma guerra localizada, mas de expressão nacional, face as suas implicações geopolíticas e a insana capacidade de determinadas autoridades se sentirem os donos da verdade e, por conseguinte, verdadeiros donos do mundo, caso específico da invasão da Ucrânia pela Rússia.


Enquanto a velha Europa tenta se reorganizar, na tentativa de impedir uma tragédia mundial, por conta e risco de uma mente doentia chamada Vladimir Putin, tentando reeditar um império natimorto, perfeitamente dispensável nessa nova composição política e econômica objetivada pelos que tentam formar uma nova sociedade com sérios defeitos de origem e de herança maldita e unanimemente defenestrada pela maioria da população, independente de ideologia política e religiosa.


O Brasil tenta se equilibrar em suas pernas bambas e de má formação congênita, mesmo assim, disfarçamos bem nossas deficiências e incapacidade de superar nosso complexo de vira lata, detectado pelos críticos mais afincos. Repentinamente, somos bafejados, com uma canetada governamental ficamos imunes a qualquer pandemia sanitária, melhor ainda, descobrimos que o vírus que nos atormenta tem verdadeiro pavor ao som da folia emitido pelos foliões de ruas.


Como somos sortudos! Enquanto em outros países, administrados pelo mesmo tripé dos Poderes, cada qual no seu quadrado, diferentemente desses, no Brasil os Poderes são elásticos e invasivos: o Legislativo além de praticamente ser um Poder subserviente ao Judiciário, por força de traquinagem de alguns legisladores mais assanhados, praticamente emudece e nada contesta o que determina a corte maior, representado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).


O STF, por sua vez, mostrando que não aceita desaforo de outros Poderes, se impõe, simplesmente determinando, mesmo aquilo que não lhe diz respeito, abrindo processos, investigando réu, o ministro ofendido, portanto, vítima é o próprio relator do processo que não existe de direito, apenas de fato, além, evidentemente de condenar seu algoz, com penas muito além da credulidade humana, há uma panacéia em curso dentro dessa casa de lei.


Não paramos por aqui, numa prova inconteste que, no Brasil, tudo foi feito para ser piorado, o Executivo, mesmo dentro das suas prerrogativas, lança mão do seu direito constituído e constante da nossa Carta Magma, ele confere a Graça a um apenado pelo Judiciário, mesmo fora do tempo legal, transitado em julgado, provocando uma verdadeira celeuma entre os Poderes, transformando o ambiente que já era ruim em uma provocação consolidada.


Como a origem do atual chefe do Executivo, presidente Jair Bolsonaro é do meio militar, trata-se de um capitão reformado pelo exército, claro que seus antigos companheiros de caserna não podia ficar de lado e o clube dos generais reformados, compra sua briga e, diz, em nota, tudo aquilo que os ministros do STF, nunca imaginaram ouvir, por pior que fosse o conceito de alguns ministros na opinião pública nacional, piorando a cada sentença, fala ou ato praticado por alguns da Corte.


Em outras palavras, há a necessidade premente, que ocorra um congresso dos Poderes constituídos, zerando tudo que está em evidência, se possível fosse, e novos membros de todos os Poderes fossem empossados, sem a possibilidade de nenhum membro dos atuais, e de todos os Poderes, não tivesse a chance de ser reconduzido ao seu cargo. Quem sabe, se assim ocorresse, no futuro, não teríamos um Brasil com seus Poderes dignos dos brasileiros honestos e Democratas.
















Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista



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