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  • Foto do escritorGenival Dantas

Quanto custa para reconstruir um Estado como o Rio Grande do Sul












Velhos vícios, trapos remendados                   11/05/2024



No momento é muito difícil dimensionar o valor que será empregado na reconstrução do Estado do Rio Grande do Sul, é improvável que essa conta seja feita antes que as águas dos rios e lagos baixem e seja feito um levantamento do verdadeiro estrago em decorrência dessa tragédia, que inicialmente parecia não ter tanta relevância como de fato vem ocorrendo.

 

No início o próprio governador do Estado, Eduardo Leite, tinha dado um prognóstico de R$ 19 bilhões, na sequência o Governo Federal anunciou que ia disponibilizar R$ 50 bilhões, com uma avaliação de mais R$ 40 bilhões, tudo isso não passa de conjecturas, pois temos toda uma estrutura voltada para a Educação, Saúde, além da mobilidade, todas as áreas afetados em mais de 80% dos municípios.

 

Não podemos esquecer que o RS é um Estado composto por 497 cidades e bem servidas tanto na Educação, Saúde e na sua logística, estamos falando apenas dos serviços prestados pelos municípios, Estado e a Federação, sem contar com os prejuízos da economia privada que terão que ser encarados de forma realista para que o setor produtivo não venha ter um colapso total.

 

O Governo Federal já pensa em renegociar a dívida do Estado com um prazo de carência das dívidas já existentes, é preciso que os Bancos estatais, como BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica venha amparar os empreendedores da economia privada, podemos apelar até para o Banco do BRICS, administrado pela ex-presidente, Dilma Rousseff, nessa hora quanto mais socorristas melhor.

 

Com as imagens apresentadas é possível que muitas casas venha a ficar em estado precário para serem novamente habitáveis, além das perdas dos móveis, o imóvel vai precisar de uma reforma mais profunda, é nessa hora que entra novamente o Estado no suporte a essa população prejudicada e sem ter para quem apelar e sem recursos financeiros para fazer frente a essa calamidade.

 

É claro que o Estado não tem como operar fora da realidade, tem que haver justiça, mas que seja feita concessões igualitárias para que os valores empregados nos prováveis financiamentos retornem com os devidos ajustes para atendimento de outros necessitados e em outras localidades, que por ventura amanhã venham necessitar, assim como vem ocorrendo com os habitantes do RS.


Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista

 

 

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