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  • Foto do escritorGenival Dantas

Quando a tibieza de um governante leva o Estado à letargia psicopatológica












Velhos vícios, trapos remendados                   03/05/2024

 


Nem a própria vida é perene, tudo passa, exceto a estupidez de algumas pessoas que se acham acima de tudo e de todos e sentem eternas, quando, efetivamente, somos todos passageiros de uma chuva de verão, conheço alguém que é o suprassumo dessa idiotice, o presidente Lula da Silva, dentro da sua empáfia vislumbrou com a possibilidade de ser um eterno líder de uma guilda sindicalista.

 

Dia dos trabalhadores é uma cópia de fizemos de uma data, 1886, que nasceu para comemorar uma greve operária nos EUA, tinha como pano de fundo a redução de carga horária. No Brasil teve seu princípio no ano de 1917, fundamentada com a greve geral e implantada definitivamente, em 192, pelo então presidente da República, advogado e político, além de mineiro, Artur Bernardes.

 

A data de 1° de maio também fez parte do governo do Artur Bernardo, mas a comemoração em si só foi implementada em 1930. Com o surgimento do Partido dos trabalhadores, PT, em 1980 e a participação do então líder metalúrgico, Lula da Silva, o tema tomou uma dimensão maior, levando o próprio líder sindical ao mais alto cargo da República que é a sua presidência.

 

Com o tempo e o desgaste natural, por entre erros e acertos, mais erros que acertos, Lula da Silva, chega ao seu terceiro mandato, longe do carisma que tinha, enquanto ele dominava a massa trabalhadora com seus discursos incendiários, entretanto toda aquela empáfia tinha conotações mentirosas e esse aspecto veio à tona, chegando ao descalabro da humilhação do último dia 1°.

 

Falando para uma plateia desfigurada, com poucos ouvintes e se sentindo absolutamente só, portanto humilhado e desprezado, simplesmente, como é de seu costume, terceirizou a derrota repassando a culpa a um dos seus auxiliares diretos, não assumiu a culpa do seu fracasso longamente percebido pelos seus adversários e correligionários menos fanáticos, é uma pena que um líder tenha desmoronado.

 

Voltando ao início do texto, muitos líderes não aceitam quando o tempo se cansa das suas controvérsias e desfaçatez, ainda acredita na sua própria recuperação, mas o tempo é cruel, Lula da Silva não é diferente dos demais, principalmente ele, que pela sua origem, um nordestino retirante, podia ter se consagrado, porém a prepotência não permitiu que ele chegasse ao fim de maneira suprema. Assim é a vida dos incautos.

 

 



Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista

 

 

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