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  • Foto do escritorGenival Dantas

Quando a incerteza prevalece qualquer resultado será normal





O fato sem politicagem 01/07/2022



Começo este artigo informando aos amigos leitores, dou início ao 8º volume, e último, da trilogia “O fato sem politicagem”, iniciada em janeiro de 2019, coincidentemente, período do governo Bolsonaro, não posso afirmar se foi sorte ou azar esse fato, apenas tive que me equilibrar bastante para poder narrar os fatos sem misturar razão com emoção. Só posso prometer que me manterei dessa forma até o último dia desse período, 31/12/2022. A sequência só Deus sabe.


Entramos no segundo semestre do ano em curso, politicamente nada mudou de mais sensível não fora algumas parcerias, e ou conchaves entre partidos e até mesmo alguns líderes tradicionais de algumas agremiações tidas como fortes em passado ressente e hoje tendo de migrar para outras agremiações, sem se importarem com a ideologia, até mesmo origem e destino dos Partidos que permanecem em evidência, muito mais pelas normas que sua finalidade específica.


O exemplo mais claro que temos hoje de migração política é a do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alkmin, depois de defender por muitos anos as cores do tucanato vira a bandeira e se alia ao grupo da esquerda mais acintosa, PT e seus satélites, agora no PSB entrou de gaiato na gaiola dos aloprados, formando parceria na chapa do Lula, em demonstração clara, na política, o adversário de hoje é o aliado de amanhã e sem meias palavras.


O arranjo entre o PT e o Alkmin parece muito mais o casamento da onça com o jacaré, alguém vai sair machucado nessa relação. Dizem que em matéria de política não devemos duvidar do inesperado, portanto é razoável que o inimaginável seja perfeito nas conjecturas de última hora. Tenho dito que entendo muito pouco dos conceitos preconizados pela esquerda brasileira, dentre eles, usa-se a própria Democracia para detoná-la, um pensamento no mínimo demoníaco.


Enquanto o velho Lula e suas convicções de marionetes vão, pelo menos, se acertando aos olhos do público, o outro candidato mais forte, conforme pesquisas, tenta formar sua chapa com mais um general como abrigo, Bolsonaro não se sente encorajado se não tiver a seu lado alguém que possa lhe proporcionar uma segurança em caso de necessidade maior, mesmo que para isso ele tenha que renunciar a outros nomes que possam regimentar mais voto.


Os demais candidatos ao cargo maior da República, nos últimos dias nada foi acrescentado, mesmo Simone Tebet tendo feito sua escolha a vice na sua chapa, nada foi alterado, ela continua no mesmo patamar de votos, na ordem de 2%; enquanto Ciro Gomes corre em busca do apoio de Marina Silva, como sua vice, e ela querendo apenas um mandato de deputada federal, o quadro continua triste e melancólico, para quem esperava muito mais dos nossos políticos de plantão.


Para o Executivo dos Estados temos muitas indefinições, esse tipo de escolhas com a necessidade que seja feita seleção dentro dos Partidos políticos precisa ser mudada, o eleitor apenas escolhe o candidato já previamente escolhido pelas Siglas partidárias, isso não é justo. Para o Senado nada muda os de sempre se lançam a candidatos e abortam suas pretensões na primeira dificuldade encontrada, tipo José Luiz Datena, já foi candidato a tudo e nunca permaneceu na disputa.


Brincar de se candidatar é melhor não fazê-lo, além de provocar uma situação de falta de crédito para com seus correligionários há ainda o risco de provocar um vexame dentro das chapas em formação, caso específico ocorrido com o candidato do (Republicanos) Tarcísio de Freitas, para o governo de SP, tinha como certo a parceira do Datena em sua chapa e agora vai ter que se virar e tentar preencher essa vaga usando, talvez, o plano “B”.
















Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista









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