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Perder uma batalha difere de perder a guerra

Foto do escritor: Genival Dantas
Genival Dantas
há 1 dia
2 min de leitura






Podemos porque cremos poder

 25/10/2026


Reflexão dos pensadores da Praça do Canhão - Ribeirão Preto

 

Demorei para assimilar o que ocorreu nessa data, 25/10, em todo território nacional. Depois de uma longa batalha, o último ato de uma eleição turbulenta com a final do segundo turno para presidente da República e governador para poucos Estados e o Distrito Federal, muitas coisas foram ditas dentro de uma realidade mesclada de sentimentos impuros quiçá levianos.

 

Passei por muitas eleições, final dos anos 1950 (ainda criança) anos 1960 (pré-adolescente, adolescente) transformação de uma sociedade democrática para uma implantação de um regime militar, segurando por 20 anos a entrada do Comunismo, disfarçado de Socialismo, com perseguições, até vidas ceifadas e o gosto do poder na boca dos empoderados.

 

Anos 1970 e 1980, uma busca incessante pelo retorno da Democracia, valores foram sendo conquistados, retorno de muitos que foram exilados e o recomeço de uma nova República Democrática e saída de cena dos militares do controle do País e a redemocratização reconquistada sem derramamento de sangue, com o perdão coletivo, sem rusgas, nem vinganças.

 

Com o retorno dos civis, ao centro dos Poderes, as eleições diretas nos diferentes níveis, Federal, Estaduais e municipais, tudo corria como fora acordado, porém surge as futricas políticas, turbinadas pelo surgimento dos sindicatos dos operários que vinham com grande moral, mormente na grande São Paulo, pelo gigantismo da indústria automobilística e da linha branca.

 

Hoje, o grande líder da época, ganha seu quarto mandato para presidente da República, mesmo sendo um político idoso, calejado de tantas batalhas em campanhas pelo sindicalismo, depois por cargos públicos, compete e ganha do seu concorrente, senador, Flávio Bolsonaro, um jovem que tem um futuro pela frente.

 

A oposição tenta encontrar dentro dos seus partidos um verdadeiro líder para fazer frente aos desmandos que continuarão no governo Lulopetismo e preparar um candidato para 2030. Tarefa nada fácil!


 

Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista



 
 
 

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