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  • Foto do escritorGenival Dantas

Os três Poderes representam uma bazófia





O fato sem politicagem 17/11/2022



Depois das eleições o quadro político no Brasil piorou, quando achamos que tudo seria diferente; com o resultado das urnas surge uma indefinição casuística, com os três Poderes sendo sacudidos por um sentimento de elevada estima e vaidade, por conseguinte, o povo exige uma redefinição de limites, em caráter de urgência, urgentíssima, para que a paz social volte a reinar no seio da família brasileira e a discórdia seja dissipada e levada para longe dos nossos lares.



É inacreditável, estamos vivendo uma demanda de inconsistência amorosa, cujos ânimos e parentes ficam discutindo como se estivessem decidindo o risco do final dos tempos, quando efetivamente, o que temos e fizemos são as escolhas dos nossos dirigentes e a segurança social, política e jurídica, resultado de uma civilização perfeitamente ajustada aos seus costumes e preceitos fundamentais para formação de uma família. Com saúde, educação e o direito de ir e vir, com a sobrevivência viabilizada.



A vitória da Esquerda, com a eleição do ex-presidente, Lula da Silva, impactou toda nossa sociedade, alguns pedindo anulação das referidas eleições, outros se deleitando com a possibilidade do seu retorno ao Poder. Ficou claro, porém, a vantagem do Lula nas urnas não foi acachapante, pouco mais de 2 milhões de votos, entre milhares, para presidência da República, representa uma vitória simples, o pior é que foi um resultado contestado por boa parte da população.





Piorando o que já estava ruim, o presidente eleito, vem anunciando ao mundo e lá fora, no Egito, onde se encontra, e sem qualificação técnica que lhe dê respaldo, não se importa com valor do dólar e queda na bolsa de valores, ele fica muito mais preocupado é com o social, acabar com a fome no país, é bom relembrar que no final dos governos passados, do Lulopetismo a fome continuava imperando no Brasil, reconhecendo que, o Projeto Bolsa Família foi vitorioso.



A equipe de transição apresentada pelo novo governo que se apresentará a partir de janeiro próximo não tem dado segurança aos maiores conhecedores da área econômica, tanto do Brasil como do exterior, a demora para identificar o nome que comandará a área econômica no próximo governo Lula tem elevada a temperatura entre os estudiosos do setor, além de outros setores fundamentais que servem de colunas de sustentação em qualquer governo sério.



O presidente Lula, enquanto candidato, propalou pelos quatro cantos do mundo, sua preferência em taxar as grandes fortunas e agora surge com a ideia, no mínimo de caráter debilóide, a possibilidade de tentar impor a transferência de patrimônio para herdeiro, ou seja, suspendendo a herança. Acredito que tenha sido mais um espasmo cerebral, em hora e local errados, além da inconveniência da exposição dentro de um país Democrático e Capitalista como o nosso.



Se o presidente Lula retornou para, definitivamente, transformar o Brasil em uma merreca coluna Socialista/Comunista, tal qual Venezuela, Cuba, e ou outras, é melhor ele tirar seu pangaré de campo e ir ruminar em outras colinas, o Brasil ainda é um País de um povo sério e não teme regurgitação de asnos smilinguidos, vivendo a sombra dos alterosos.



Os brasileiros que se encontram nas ruas gritando por um Brasil mais justo e voltado para suas bases, seu povo indolente, apesar dos sofrimentos, sua gente forte e amorosa, com a brasilidade a flor da epiderme, não será meia dúzia de almofadinhas engalanados que farão dos brasileiros perdedores por antecipação. É bom deixar bem claro, antes que a bandeira verde e amarela deixe de tremular aos ventos sob o céu azul, muitos corpos cairão sobre a terra quente e gentil.





Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista













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