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  • Foto do escritorGenival Dantas

Os nomes de Hipócrates e Deus são evocados em vão(05/05/2021)






O Fato Sem Politicagem 05/05/2021


Tive a pachorra de me prostrar diante da Televisão para acompanhar a primeira sessão da CPI do Covid 19, pandemia da nova Coronavírus, e o depoimento do primeiro ministro da Saúde, do Governo Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta, com o mais longe mandato dos quatro ministros, até agora, no comando daquela pasta e no mesmo governo, era para se ter dois depoimentos, entretanto o ex-ministro Eduardo Pazuello, declinou do depoimento alegando impedimento médico sanitário.


O aviso foi dado pelo presidente da Comissão Omar Aziz (PSD/AM) da comunicação, por escrito, do ministro, alegando ter participado de reunião com duas pessoas que tivera anunciado, a posteriori, contaminação pelo Coronavírus, com orientação médica para se recolher em quarentena de quatorze dias, dessa forma se via obrigado a ficar ausente do compromisso junto aos congressistas. Alegação aceita, novo dia marcado para data posterior.


Com atraso de aproximadamente duas horas, por conta de questões de ordens, recurso usado, mormente pela oposição com propósito claro de retardar os respectivos trabalhos e nada acrescentar ou apresentar, a mesa administrativa e a oposição se apresentaram como verdadeiros compadrados, conduzindo os trabalhos da forma mais direta ao jequi o personagem principal daquela reunião que foi e será a Presidencia da República e seus auxiliares diretos.


Ficou evidenciado que tanto os congressistas, tanto da oposição como da situação tiveram suas participações, em termos de perguntas, orientados pelos seus respectivos partidos e fomentadores políticos, assim como o próprio depoente foi calçado em muita leitura do seu período como ministro, assim como dos seus substitutos no ministério, entretanto a saia justa ficou por conta de um questionamento feito pelo senador Ciro Nogueira (Progressista-PI), o depoente informa que aquela pergunta tinha sido lhe endereçada pelo Whatsapp, pelo ministro das comunicações Fabio Faria.


Foi um momento de constrangimento para os situacionistas que tiveram que admitir o despreparo para arguir o depoente, via-se claramente essa intenção; não podemos deixar de admitir, as perguntas lidas pela oposição tinha claro objetivo acusatório ao, principalmente, presidente Jair Bolsonaro, até mesmo seu ministro Eduardo Pazuello, foi relevado em detrimento do seu chefe imediato, como se fora uma verdadeira peça de teatro com ensaios e direção tarimbada.


Isso posta fica delineado o excesso de zelo pelo nome dos seus ídolos e mentores, como o próprio depoente, ante as várias situações de desconforto quando era desarrimado pelas perguntas incômodas, buscava aliviar a tensão buscando o apoio espiritual no seu patrono Hipócrates, pelo respeito que ele sempre teve por ele, até mesmo as preces elevadas a Deus, pedindo forças e inteligência em momentos de desconforto no exercício da função e no cargo que ocupou.


O ex-ministro Mandetta, nessa hora, não quero fazer juízo de valor sobre sua atuação, observei apenas que como um médico, sem análise técnica do profissional médico, é um grande político, tem uma dinâmica de oratória concisa e objetiva, com exposição de argumentos técnicos bastante convincentes, reconheço nele um candidato potencial ao cargo de presidente da República, infelizmente ele faz parte de um grupo voltado a política do mesmo e de sempre.


Temos um grupo de políticos profissionais obcecado pelo socialismo, quando não o comunismo, seguidores do seu mentor intelectual Fernando Henrique Cardoso, composto por vários partidos considerados da Esquerda e até da Direita, tentando voltar ao Poder, para tanto, as alianças é o que menos importa os meios não interessa, o fim é o objetivo traçado.


Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista







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