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  • Foto do escritorGenival Dantas

Os atos do 1º de maio foram repetição de uma política ultrapassada





O fato sem politicagem 01/05/2022


Na polarização dos dois candidatos em melhor posição nas consultas realizadas, tanto o Bolsonaristas como os Lulistas fizeram seus atos de forma quase explicita embalado em títulos diferenciados na tentativa de burlarem o STE (Superior Tribunal Eleitoral) ainda é proibitivo o uso de propaganda eleitoral, antes do prazo previsto na legislação eleitoral. Dessa forma, a Direita usou o movimento pela liberdade e a Esquerda no embalo dos Sindicatos e a queixume salarial.


Como o Jair Bolsonaro, talvez, por orientação dos seus conselheiros mais próximos, evitou fazer pronunciamento mais efusivo, ficando com a cantilena de sempre, sem se pronunciar sobre o verdadeiro caráter do dia que era alusivo aos trabalhados, nada falou a respeito da categoria, fez referências ao que vem ocorrendo com seu embate entre o Executivo, Legislativo e principalmente o Judiciário, situação difícil solução, mesmo porque, não predisposição para qualquer acordo.


Quando não há interesse das partes em que ocorra um acerto para contornar qualquer problema em andamento,

certamente, torna-se um assunto colocado sob malhete e a tendência é de uma piora na relação entre eles, principalmente pela tensão emocional gerada e o alcance que pode chegar afetando outros setores envolvidos direta e indiretamente, nesse caso, e por aproximação, a Legislativo, que pode se sentir atingido pelos problemas gerados dessa situação de conflitos.


As manifestações da Direita não teve o brilho ocorrido em (7 de setembro de 2021) quero crer que o estremecimento nas relações entre o Executivo e o Judiciário foi fator determinante para que não houvesse uma participação maior dos Bolsonaristas, até mesmo para não acirrar mais ainda a situação que já é tensa, mesmo assim, os Bolsonaristas foram atuantes e firmes em suas defesas das ideias e conceitos na pré campanha do Bolsonaro, disfarçada, e em andamento.


Faltou aos Bolsonaristas uma defesa de um projeto, pelo menos um esboço, sinalizando suavemente em que direção o Bolsonaro pretende caminhar, temos muitos problemas em andamento, o reflexo negativo da crise da pandemia do Coronavírus, juros e inflação altos, a taxa de desemprego sem um controle efetivo, até as consequências negativas da invasão da Ucrânia pela Rússia, nos penalizando nas altas dos combustíveis e alimentos é uma realidade.


Quanto a Esquerda ela veio desmilinguida, sentindo a empáfia do seu maior líder e pré-candidato ao cargo de presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, continua com um discurso, superado e gasto, sem nenhuma inovação, essa retórica de por comida no prato do brasileiro, trocar a inflação pelo reajuste salarial e moralizar o Poder público, não é o PT (Partido dos Trabalhados) que tem cabedal moral para pregar esse procedimento, principalmente pelo seu passado recente e criminoso, enquanto governo.


A falta de público e entusiasmo dos Lulopetismo é um sintoma de cansaço político de seus apoiadores, eles já não sentem muita verdade naquilo que preconizam, dessa forma, fica muito difícil de defender uma tese em que não se acredita nela. Eles sabem que o retorno deles ao Poder pode gerar novos tempos de desvios de finalidades e a prática da corrupção no coração do próprio governo e seus tentáculos. Sinceramente, melhor seria que essa situação não existisse, nem Lula e nem Bolsonaro, o fato é, estamos em mais uma escolha de Sofia.

















Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista



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