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  • Foto do escritorGenival Dantas

O ufanismo do poder discricionário da inconsistência(29/06/2020)


Tudo muito bem, tudo muito justo, o Brasil precisava priorizar a espécie humana, sem, entretanto preterir a continuidade de sua sobrevivência conjuminando a preservação da vida, tentando, dentro do possível, preservar seu habitat e sua manutenção. O que aconteceu com o nosso país, não fomos capazes de debelarmos a pandemia provocada pelo Coronavírus, ainda, pela absoluta falta de projeto de ação, ou reação do Governo Federal estamos destruindo sonhos, perspectivas de negócios e minimamente a possibilidade da continuidade de emprego por parte dos brasileiros desorientados e desvalidos.

Quando, no início do ano em curso, o novo Coronavírus se apresentava ao mundo e os poucos contaminados no Brasil já causava espanto e pavor, o Presidente Bolsonaro desdenhou da tragédia anunciada e a qualificou de gripezinha, um mal menor, nada que o brasileiro não fosse suportar e superar sem o menor esforço. Decorridos seis meses, o mundo contabiliza 10 milhões de infectados e 500 mil vidas ceifadas, o Brasil anuncia mais de 57 mil vidas perdidas, tragadas pela irresponsabilidade de alguns governantes, com um número triste com mais de1300 um milhão e trezentos mil acometidos pelo vírus.

Somados os números dos EUA aos nossos representamos 1/3 dos infectados em todo o planeta, o Brasil isoladamente é o segundo país, sendo superado apenas pelos americanos. Isso não é nada honroso para nós brasileiros, ainda assim, devemos agradecer ao empenho patriótico de governadores e prefeitos, sentindo a total ausência de empenho e o desmantelo que se envolveu o Ministério da Saúde, com demissão e afastamento de dois ministros, afastados por não concordarem com preceitos e conceitos vagos e infundados da Presidência da República, ademais elevado ao cargo de Ministro, alguém por mais competente que seja, em outras atividades, não conseguiu sair do marasmo em que se encontra o nosso Ministério da Saúde.

Não foi surpresa chagarmos ao ponto de desequilíbrio que nos encontramos, depois que o Governo Central tratar o meio cultural e científico do País com o desprezo, respeito e consideração que tem demonstrado, tanto os setores como seus honrados servidores, a Nação tinha que entrar nessa caixa de pandora, situação mais clara e evidente, apenas para elucidação, é como se encontra o Ministério da Educação, depois de dois Ministros afastados, muito embora doutores tivessem a capacidade estereotipada para o cargo. Para levar mais tensão ao cargo o novo Ministro da Educação, anunciado, Sr. Carlos Alberto Decotelli, tem seu currículo questionado e coloca sua posse sob malhete até as averiguações dos fatos.

Triste sina essa nossa, continuamos na busca de soluções razoáveis para solução dos problemas pendentes ainda temos mais embaraços sendo construídos debilitando cada vez mais o projeto de Governo do Presidente Bolsonaro, se é que podemos dizer que há algum projeto de Governo em andamento, nesse final de semestre.

Rogamos aos deuses que tenha piedade de todos nós recolocando o Brasil nos trilhos e que a locomotiva do desenvolvimento seja trocada e substituída à antiga Maria Fumaça por uma nova e equipada com motores elétricos. Precisamos sair, imediatamente, do surrealismo para entrarmos na história dos novos tempos!

Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista




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