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O surrupiado Estado brasileiro é o paradigma de uma anomia

  • Foto do escritor: Genival Dantas
    Genival Dantas
  • há 12 minutos
  • 2 min de leitura


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17/05/2026


 indagação dos pensadores da Praça do Canhão

 

Desde antes de Luís Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro, o Brasil vem sendo desidratado, lesado e desconstruído moral e politicamente, evidente que com a participação das duas figuras imorais para o mundo da política e a sociedade ética e dos bons costumes, eles simplesmente ampliaram a fotografia que o mundo tinha do nosso comportamento ilegal e inconstitucional.

 

O que nós estamos vendo hoje na atuação do abominável parasita, dono do Banco Master, usurpador das pessoas de bem e de bens, tanto no aspecto físico como empresarial, é uma incursão maléfica ao patrimônio alheio, cujos objetivos fins têm como prioridade o enriquecimento ilícito, nem que para tanto a honra e a ética seja enxovalhada e tratada como vaquinhas de presépio.

 

O comportamento dos dois grupos políticos que hoje ostentam a primazia dos eleitores menos avisados, muitas vezes não, pelo modus operandi, que ambos operam, corroboram para que o perfil de seus seguidores tenha características equivalentes, mesmo com ideologias distintas, tornando na política, o brasil refém desses personagens sem uma justificada discricionária.

 

Temos no cargo um presidente, ex-prisioneiro e condenado por várias instâncias, liberado para participação política por ação de um STF, nada justo e perfeito, atuando fora das quatro lindas que descreve nossa Constituição, levados a aturar por força de ideologia política, condenável aos ministros que ali se atenderam apenas a uma corrente política e por isso condenados pela população, que mantém verdadeiro desprezo pela Corte.

 

Se o eleitorado brasileiro tivesse mais esclarecimentos mandava às favas as duas correntes políticas, buscando nomes novos, sem vícios comportamentais políticos, o difícil é encontrar esse nome disposto a enfrentar uma eleição e suportar a carga emocional e de apedrejamento, durante a campanha, vital para o sucesso ou a derrota.

 

De um lado, o presidente Lula não tem nenhum nome que ele confie, que não seja o candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, já testado e rejeitado. Do lado do ex-presidente, e presidiário, Jair Bolsonaro, seu filho Flávio vem derrapando na curva e outros pretendentes não levantam voo. Seria o caso de lançar a ex-primeira-Dama, sem nenhum teste em urnas? Só Jesus na causa!

 

 

Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista

 

 



 
 
 

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