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  • Foto do escritorGenival Dantas

O satanista é um mavórcio sem compostura e ou dignidade








O Fato Sem Politicagem 25/10/2021


Ultimamente temos acompanhado a vida política administrativa do Brasil de forma absolutamente preocupado com as informações que surgem, tanto no plano interno como no externo, dando conta de uma onda perversa que toma conta dos meios políticos, nacionais e internacionais; se levarmos em consideração com tudo que é dito e apontado nas performances dos Partidos e Políticos e dos próprios políticos, estamos completamente falidos politicamente.


Não é de hoje que os analistas mais afoitos e mesmo os comedidos, sem envolvimento em ideologia política, têm de forma individual e coletiva, feito julgamentos e depoimentos reveladores daquelas figuras políticas que fazem a história política do planeta terra e dentre eles os nossos mais premiados pelo voto popular, aqui no Brasil, de forma contundente e peremptória, tanto no âmbito do Executivo, Legislativo e Judiciário, com atos complementares.


Há informações que chega ao linear do casuísmo, se efetivamente forem verdadeiras, o grau de comprometimento é tão danoso que poucas esperanças nos restarão para o futuro em termos de confiabilidade na classe política. Particularmente não sou afeito a determinados temas, objetivamente aqueles que sugerem atitudes além dos nossos controles diretos e sob a ótica do nosso emocional, com fantasias ou alusivas à contextos fora da curva.


Hoje há informações consignadas na esfera política, com abrangência na esfera das conjecturas, nada referendadas nem devidamente confirmadas em ordem científica, da presença de personagens do mundo político, com entrelaçamento no campo do satanismo, formando um grupo, mundialmente famoso, principalmente pela sua importância, política, social e financeira, com ascendência aos controladores da economia mundial, desde há muito tempo.


Segundo informações da literatura da área do satanismo, há uma casta constituída por um bloco de 13 famílias formando as grandes lideranças mundiais, coadjuvadas por um grupo de 300 (nunca menos) de simpatizantes que articulam todas as formas de condução dos projetos de sucessos nos Estados e iniciativas privadas, dando continuísmo ao plano de Poder universal, sendo que o nosso país é um desses Estados manipulados e manipuláveis.


A nossa situação é muito mais grave, se fizermos uma reflexão mais objetiva e ponderada vamos verificar que a nossa Constituição de 1988, portanto, a última; ela foi elaborada por uma Assembleia Constituinte de notáveis com apego as benesses que o Poder oferece, não foi uma formação de apedeutas, mas de homens com formações condizentes com o que a necessidade pedia, mas, nada exclusiva, portanto, com possibilidade de agir em benefício próprio.


Foi exatamente o que aconteceu, tivemos uma Carta Magna de espírito Parlamentarista com tentáculos e esporões Presidencialista, agradando aos infantes e plebeus, numa confabulação de ideologias diversificadas, com atendimento as correntes que ali se expressaram de forma coloquial e eloquente, no quesito das manifestações paroquiais. Nada qrue pudesse ser julgada amanhã como inconstitucional, mas terrivelmente imoral.


O resultado dessa deformação é a cruz que temos carregado durante esses últimos 33 por conta de um Judiciário viciado, sendo constantemente criticado até mesmo pelos neófitos nos códigos e normas, imagine às Leis; composto por pessoais tidas como não condizentes com seus respectivos cargos, por suas origens quando ainda nas atuações profissionais, com elevado grau de comprometimento com aqueles que os indicaram.


O Legislativo figura como uma peça de apoio ao Executivo, para tanto, ele é taxado de conivente em toda sua extensão, por ter em seu meio, verdadeiros profissionais da política, vivenda da política e não para ela, tirando proveito dos cargos que ocupam sem oferecer, em troca, seu comprometimento com a sociedade que lhes elegeram. Claro que não é uma totalidade, há nesse espaço pessoas voltadas ao sacerdócio dos cargos que ocupam.


Lastimavelmente, temos um Executivo, sempre foi assim, depois de 1988, primordialmente, com o retorno da Sociedade Civil ao Poder, não que o militarismo tivesse sido um mar de rosas, teve suas depreciações no gerenciamento da Nação, mas, o que ocorrendo nos últimos 33 anos é de fazer qualquer cidadão brasileiro se revoltar com o descaso que os políticos vêm tendo com o Estado brasileiro.


Há indícios que a maioria dos ex-presidentes desse último período da República brasileira estão envolvidos com o satanismo, uns com mais outros com menos grau de participação. Ficando as figuras mais representativas desse período, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o atual presidente Jair Messias Bolsonaro, ambos voltados para os extremos, um da Esquerda e outro da Direita, sem deixarem ao país nenhum papel relevante para a Nação.


O mais crucial é que os partidos que hoje compõem o cenário político nacional não nos oferecem nenhum quadro de maior confiabilidade do que já tivemos até agora, seus membros estão ofuscados pelos currículos apresentados, estou me referindo ao grupo que se aglomeram em torno da terceira via, imaginada e acalantada pelos decepcionados com O BOLSONARISMO E O LULISMO. O que virá por aí, o mesmo de sempre, ou mais um dos enrustidos satânicos.



Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista









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