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  • Foto do escritorGenival Dantas

O protagonismo hipérbole idealizado por Lula da Silva não é nada altruístico













Novo governo velhas práticas 23/08/2023




O papel de paladino da paz pleiteado pelo presidente Lula da Silva dura pouco tempo, por ser o único líder presente ao Brics que tenha levantado a bandeira da invasão da Ucrânia pela Rússia, na reunião em desenvolvimento, na África do Sul, e o silêncio constrangedor sobre o tema, dos demais membros, demonstra toda falta de oportunidade que o nosso presidente de se manter calado sobre um tema condenado e condenável pela maioria dos países da ONU.



Esse desempenho ridículo que o Lula da Silva tenta impor, cujo objetivo único é de ser indicado um dia ao Nobel da Paz fica cada mais constrangedor, quando o planeta terra pede para que ele se volte ao seu papel principal na política que é governo o Brasil, responsabilidade essa que ele perdeu a noção de como é feito, mesmo como toda sua experiência no cargo pela sua vida pregressa, já no terceiro mandato em andamento.



Mais deprimente é a tentativa de presidente Lula tentar negociar a entrada de alguns países, no bloco dos Brics, de menor expressão da América do Sul, como a Argentina e a Venezuela, pelo apoio de vários países com ditaduras consagradas apresentados pela China e Rússia, a inclusão dessas cortinas de ferro só beneficia os dois países referendados, pois o que eles querem é expandir seus comércios internacionais, em detrimento dos EUA.



Essa troca de aliados pode ficar ruim para o nosso país, estamos tentando trocar os EUA por países da moda sem nenhum benefício aparente que possa justificar essa atitude, os americanos são nossos parceiros de longa data, praticamente nascemos juntos, diferença de 8 anos de descobrimento, com extensa parceria tanto na Democracia como nas relações comerciais, com uma tradição de investimentos em nosso país que sobrepuja qualquer outra iniciativa de parceria.



Precisamos urgentemente de cuidar das nossas fronteiras, do próprio país e nosso povo carente, estamos tentando cuidar da vida alheia quando somos um país carente, de uma gente pobre, uma renda per capita abaixo das nossas necessidades, com necessidades prementes de investimentos na educação, saúde e segurança pública, mobilidade e renovação do nosso parque industrial, objetivando o oferecimento de mão de obra cuja vagas de trabalho é tão escassa em nosso Brasil.



Esse apelo de marketing e divulgação da necessidade de cuidarmos das nossas matas deve haver muito mais coisa em jogo do que se aparenta, depois dos europeus, praticamente, devastarem suas terras, com derrubada de suas matas, eliminação da sua fauna, agora eles se voltam para preservação das matas alheias como se deles fossem, precisamos, sim, da nossa flora e fauna, sem a interveniência de terceiros, entre eles as ONGs e seus trabalhos questionáveis.



Nada mais justo e legal que proporcionarmos a fixação do homem brasileiro na sua terra, no seu habitat natural, evitando que ele se transforme em mais um pacote de preocupações quando ele vem para a vida urbana, principalmente nesse momento em que a formação técnica ficou mais requisitada para que ele tenha uma possibilidade qualquer de não se transformar em mais ser humano jogado na periferia das cidades, sem o devido amparo do Estado.



Para fixarmos o homem ao mundo rural é preciso que o Estado oferece todos os recursos para que ele se desenvolve, com possibilidades reais, sem promessas vagas, aproveitando as terras, verdadeiramente sem uso social, transformando-as em instrumento de trabalho para os que, efetivamente, necessitam, eliminando os infindáveis bandos do MST que só cria desajustes entre os trabalhadores rurais, o Estado e os próprios componentes desse movimento.



O Estado precisa olhar o homem rude, do campo ou da cidade, marginalizado, por conta da falta de políticas assistenciais, desde sempre, transformando-o em um aliado, proporcionando os meios necessários e possíveis para que ele venha ser um orgulhoso trabalhador e não um marginal andarilho, invadindo terras e casas na tentativa de sobreviver em um mundo inóspito onde é simplesmente um invisível, sem presente e sem um futuro para oferecer aos seus familiares. Esse é mais um fato triste em nosso país.








Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista










































































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