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O mesmo de sempre não convence ninguém

Foto do escritor: Genival Dantas
Genival Dantas
há 1 minuto
2 min de leitura


O Estado cumpriu seus fins quando assegurou a liberdade a todos

 

 Kant – 09/10/2026

 

Colaboração dos pensadores da Praça do Canhão - Ribeirão Preto


 

O recomeçar nem sempre traz alguma novidade ou reflexões ponderadas trazendo no seu bojo alternância positiva, o que vem ocorrendo com a propagando eleitoral gratuita, para os Executivos, principalmente aqui em São Paulo, onde o governador foi reeleito no primeiro turno, ficando a obrigatoriedade da propaganda apenas para o presidente da República.

 

Parece até rivalidade entre famílias, uns jogando lama nos outros como se uma apresentação de um candidato fosse resumida na grosseira atitude dos candidatos, como se nada tivessem que apresentar para um futuro mandato ficam apresentando o lado sujo e promíscuo do seu concorrente, uma pobreza de conteúdo, dando azia em antiácidos.

 

O atual presidente, Lula da Silva, depois de 3 mandatos nada tendo a acrescentar se vir a ser reeleito, fica tentando justificar um quarto mandato como se fora a plena renovação e o melhor dos seus mandatos, como se o próximo justificasse os erros dos anteriores, ou ele entende que somos todos imbecis ou ele é um idiota ao quadrado, sem memória ou lucidez.

 

Para desconsolo geral, o Flavio Bolsonaro, seu concorrente, também postulante ao cargo, sem nenhuma experiência como executivo, atuando até então no Legislativo, tendo como exemplo familiar uma gestão, sem muito brilho, ou nada auspicioso, se perde nas revanches que é obrigado a fazê-las por agressão da campanha do atual presidente, enquanto propaganda.

 

Essa progressiva injunção não se trata de uma definitividade, há outros meios de ser assertivo sem ter que usar o adversário como algo pejorativo, a história de não precisar pisar em terceiros para ter sucesso. Os dois candidatos não estão sendo nada inteligentes nas suas caminhadas em direção a vitória, quem ficar pelo caminho deve debitar sua derrota ao proselitismo maldoso.


Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista



 
 
 

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