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  • Foto do escritorGenival Dantas

O México se aproveita do nearshoring e sua aproximação com os EUA






Novo governo velhas práticas 27/08/2023




Um país que se preza tem um comando, pelo menos, minimamente inteligente, com poder de raciocínio e criatividade para poder sair dos percalços e das armadilhas que a própria natureza lhe apresenta. O México, depois da calamitosa pandemia de 2020, que atingiu a maioria dos países, em todos os Continentes, aproveitou a onda do nearshoring e sua aproximação com os EUA, mais ainda, seu salário competitivo até mesmo com o da China.



A Pandemia do Coronavírus castigou muitos países, por muito tempo, alguns souberam sair da crise aproveitando até mesmo suas consequências, caso específico do México, aproveitando seu espaço físico e sua posição geopolítica conquistou a emigração de muitas indústrias que procuravam uma oportunidade para abastecer o mercado americano, depois de uma falha no setor industrial daquele país, com desativação e quebra de muitas indústrias e comercio.



O Morgan Stanley tem apresentado números alvissareiros para o mercado mexicano, com grande impulsionamento para sua economia, com investimentos externos no seu parque industrial, no entorno de US$ 46 bilhões, até 2027, o efeito dessa expectativa já é sentido pelo nível de novas contratações e a demanda no mercado interno, americano e até para outras localizações. A história da universalização foi brecada moderadamente em decorrência do custo de transporte.



Enquanto isso, o Brasil na contra mão da história fica tentando se associar com mercados sem muitos recursos, tentativas feitas antes, nos primeiros governos da esquerda no Brasil, cujos prejuízos estamos pagamento até hoje, porém a insanidade continua, a entrada de mais 6 países no Brics, é um atestado de incompetência na avaliação de projeção comercial, ficando claro que os únicos países beneficiados foram a Rússia e a China, principalmente a China.




Esses países querem mais mercados para poder oferecer seus produtos feitos em larga escala, a China, dependendo do setor industrial monta suas fabriquetas em seus navios e sai fabricando, principalmente a confecção, e entregando em cada porto alcançado, sem o adicional de fretes, com mão de obra barata e sem nem mesmo os custos sociais pelos descansos que não ocorrem, à sua disposição por 24 horas dia.



Para o Brasil sobra a prepotência dos nossos dirigentes que só pensam nos seus objetivos pessoais e o sucesso de suas ideologias políticas, as mais desastrosas possíveis, de uma hipertrofia de décadas, cujos resultados remontam aos anos anteriores a segunda guerra mundial. Hoje o mundo mudou radicalmente, os sindicatos já não brilham mais como antigamente, quando o chão de fábrica tinha seus limitados líderes sindicais.



Essa última reunião dos Brics foi uma demonstração clara e evidente que esse ajuntamento de países não terá futuro, está fadado ao fracasso, principalmente pelo nível de países agregados, esse crescimento número representa o fim de um projeto natimorto. Não sei ainda qual será o prejuízo que teremos no final dessa história mal contada, entretanto seu final não será nada positivo, temo pelo que virá pela frente com esse governo destroçado, em andamento.








Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista










































































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