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  • Foto do escritorGenival Dantas

O incômodo da latomia não era balela, mas a presença do nosso novo Macunaíma







Novo governo velhas práticas 25/08/2023




O nosso glorioso escritor Mário de Andrade nos presenteou com uma obra especial, nos idos de 1928, Macunaíma, o herói sem nenhum caráter, mas que foi em busca de recuperar seu Muiraquitã, em terras paulistas, e agora em pleno século XXl somos agraciados com um enredo análogo, em termos de caráter, protagonizado pelos Poderes da República, em toda sua extensão, o resultado da obra do Mário nós sabemos, a desgraça que virá pela frente é impresumível.



Já disso o advogado de boa-fé não interessa a Esquerda nem a Direita, o que se deseja é o Direito, ante esse pensamento o que estamos percebendo é o distanciamento dos bons propósitos que existia na prática dos conceitos filosóficos e idealistas da corrente da Direita internacional, sendo ela suplantada lenta e gradualmente pela Esquerda indecorosa, até mesmo na Nação americana, berço da maior Democracia mundial.



Como o Brasil sofreu um retrocesso nas últimas eleições, por conta da ineficiência da extrema Direita, tão irresponsável quanta a extrema Esquerda, que se aboletou do Executivo, influenciando os demais Poderes, hoje aponta em direção de um abismo, verdadeiramente abissal, veementemente trágico, nos lembrando a lamúria das grandes tragédias da humanidade, cujo final nos remete as dez pragas do Egito, com todo o emaranhado do sofisma camuflado.



O Brasil dependo hoje de um partido político sem nenhum projeto de governo, mas apenas um esboço de um projeto de Poder, dividido com outros partidos que se locupletam, enquanto o povo tenta sobreviver das sobras que caem das mesas que são contadas os metais sagrados, arrecadados da massa trabalhadora e ultimamente tem servido apenas a quem devia servir ao Estado brasileiro, dentro da volúpia política dos insaciáveis pervertidos.



Quando os Poderes se entrelaçam objetivando apenas o desejo de se apoderarem do erário, para o prazer particular, sem visar a nação dilapidada, é o momento exato do final de um Estado em decomposição, moral, financeira e política. Assim é o retrato atual da nossa tão respeitada República, de outros tempos, transformada em um poço de lama, vendida em terras alheias como um projeto social, cujo sucateamento se apresenta em estado avançado de desigualdades.


Definitivamente o Brasil, em apenas 08 meses vem sendo desmontado e oferecido ao mercado de interesses ideológicos e mercantil, em nome de uma ideologia, já testada e não convencida, por uma classe de desocupados que vive da inocência de uma gente carente e deixa se enganar por promessas vãs, sem o menor pudor e respeito ao ser humano mais carente. Esse é o Brasil que hoje que não queremos para o amanhã. Diga não a quem mente para você, isso é um fato.








Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista










































































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