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  • Foto do escritorGenival Dantas

O Governo Federal precisa economizar nas promessas e gastar nas ações














Velhos vícios, trapos remendados                   27/05/2024

 


Essa semana será muito curta, politicamente falando, temos um feriado dia 30, esse fato leva o Legislativo a ter um expediente sacrificado, portanto, com uma pauta reduzida, ficando as decisões mais importantes para o próximo mês de junho, muito embora os vetos do presidente Lula vão ser apreciados no dia de amanhã e só esse fato vai mexer com o imaginário de quem acompanha a política.

 

No plano geral, tenho verificado que o estoque de promessas do governo federal ficou bastante elevado, principalmente por ele ter um índice de aprovação muito baixo, comparativamente com os governos anteriores, uma forma de tentar elevar seu índice de aprovação é fazer promessas desde que elas sejam factíveis, caso contrário podem virar factoides, dessas similitudes estamos fartos.

 

Há levantamentos que dos R$ 51 bilhões prometidos para a recuperação do RS, em verdade esse número vai girar em torno de R$ 5 bilhões, ou seja, 10% dos valores anunciados, se isso for verdadeiro pode estar constituído uma fake News por parte do governo, além de não levar nada à lugar algum, poderá afundar mais ainda a credibilidade do atual governo, que não é das melhores.

 

Outro fato que deve ser reconsiderado, pelo governo, é a promessa de se investir no Norte o Nordeste através dos projetos do PAC, no período de 2026 até 2034, com promessas de investimentos e crescimento, entre a economia pública e privada, na ordem de 4,3%, ante 2,5% previsto para o resto do País, podemos até comemorar os números do Norte e Nordeste, mas são ínfimos no geral.

 

Mesmo sendo um ano eleitoral fica muito feio fazer conjecturas em cima de possibilidades quando as adversidades fazem parte do panorama que compõe a expectativa, principalmente quando há esperança em jogo e sonhos de nova vida quando o ser humano se encontra mergulhado em pesadelos profundos ansiando em sair de um marasmo forçado por forças externas e estranhas.

 



Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista

 

 

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