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  • Foto do escritorGenival Dantas

O fragoso e calamitoso desempenho do Governo Federal merece anátema











Velhos vícios, trapos remendados                           19/06/2024

 

Em se tratando de calamidade climático o Governo Federal tem um comportamento desastroso não só pela sua tibieza, mas pelo claudicante desempenho nas medidas de decisões muito aquém das possibilidades reais e a própria necessidade que os locais afetados exigem, não só urgência como emergenciais para com a população afetada direta e indiretamente.

 

No caso do RS a situação chega a ser vexatória, pessoas permanecem provisoriamente em escolas e locais públicos esperando providências urgentes e os governos, tanto estadual como federal, fizeram promessas, entretanto, não sei se por extrema incapacidade gerencial ou é mesmo promessas eleitoreiras, a situação continua pendente e as chuvas continuam fazendo vítimas.

 

No Norte e Centro-Oeste brasileiros, o problema também é água, dessa feita não se trata de excesso, porém de absoluta falta dela e por conseguinte as queimadas que permanecem acabando com o pantanal (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) além das derrubas da floresta Amazônica que vêm sendo tratadas com descaso por quem deveria trata-las com o respeito e a dignidade que a causa exige.

 

Os últimos governos que tivemos foram de uma mediocridade incomparáveis quando se trata do zelo pela natureza, nenhum deles teve um comportamento zeloso pelas nossas riquezas naturais, parece até um caso de aculturamento, quem termina pagando a conta é a população que não tendo a quem recorrer fica zanzando de um lado para outro na tentativa de salvar a própria vida.

 

Chegamos à conclusão todos os níveis de governo, na versão executiva, têm culpa, o governo municipal peca pela falta de iniciativa para pedir respaldo aos demais governos, o estadual pela negligência ao tratar a situação com leniência e o federal pela sua apatia administrativa e ausência de comando para que o assunto seja tratado de forma responsável e objetiva, além do excesso de burocracia.



Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista










































































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