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O fechamento do estreito de Ormuz pode vicejar a crise no oriente Médio

  • Foto do escritor: Genival Dantas
    Genival Dantas
  • há 1 minuto
  • 2 min de leitura






O sol não espera que lhe supliquem para derramar luz e calor, imite-o


Reflexão dos pensadores da Praça do Canhão

13/04/2026

 

Bravatas, prepotência, maledicência e, ou até mesmo não respeitar o outro como uma inteligência igual a sua, tudo isso denota-se a ausência de equilíbrio e sensatez no ser humano. É exatamente isso que vem ocorrendo no nosso planeta com alguns líderes mundiais, notadamente em um deles, e de maior expressão, o presidente dos EUA, Donald Trump.

 

Eu que sempre o entendia como um grande empresário, reconhecidamente um dos homens mais rico do nosso planeta, esperava que por essa condição ele tivesse discernimento e equilíbrio emocional para administrar um país sem a jactância dos soberbos e a incoerência dos despreparados para assumir uma responsabilidade não para tomar conta, mas dar conta.

 

As últimas atitudes do presidente americano não vêm correspondendo a lógica política como manda a diplomacia no mundo da respeitabilidade e anuência do caráter diplomático, exigência da etiqueta mantida já a muito tempo e desenvolvida entre os modelos de governos seja de qualquer ideologia, empregada nas religiões e até no seio familiar.

 

O que vem chamando atenção é exatamente o despreparo do Ronald Trump, no tratamento dado aos seus correligionários, mantendo um muro separando-os de forma desonrosa, inclusive em público, mais ainda, vilanizando de forma patética seus oponentes, como verdadeiros inimigos, o último foi o Papa Leão XlV, julgando-o como um Papa fraco, como se ele fosse uma fortaleza na sua administração.

 

O que vem ocorrendo com o Irã é uma vergonha internacional, depois do alarde que deu de invadir aquela Nação, inclusive exterminar sua população, gracejo (no seu linguajar pernóstico) de genocídio, só visto nos últimos tempos na figura indecorosa de Adolf Hitler, cujo aparecimento de um novo exemplar não é desejado em nenhuma Nação do nosso planeta: assim seja louvado. “Para sempre seja louvado”.

 

Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista



 
 
 

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