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  • Foto do escritorGenival Dantas

O Brasil é dos patriotas e não dos canalhas (28/07/2021)





O Fato Sem Politicagem 28/07/2021


Na política como em qualquer campo em que atuamos na sociedade uma das prerrogativas determinante para você atingir determinado grau de reconhecimento não é o tamanho da sua conta bancária, ou suas escrituras dos inúmeros imóveis rurais e urbanos que lhes pertencem; antes de tudo, o que lhe proporciona reconhecimento, devoção, respeito e apreço dos seus contemporâneos é a fidelidade que você tenha para com seus companheiros e familiares.


Quando alguém passa a se achar superior a tudo e todos, essa fase pode significar o começo do retrocesso, do desgaste e da perda de respeito. Infelizmente, na política existe uma taxa de cidadãos mergulhados no universo da superioridade, quando esses atores da descompostura se julgam o que de melhor da sociedade em que vivem, na realidade, normalmente, esses fariseus agem dessa forma por saberem da sua incapacidade moral e de comportamento suspeito.


A experiência de vida tem algumas vantagens sobre os neófitos que tentam adivinhar, ou achar, o que significa determinados comportamentos canhestros, normalmente praticados no subsolo da sociedade, longe dos holofotes , quando não, ausente da luz do dia para que a canalhice dos seus gestos não seja identificada, essa prática é mais comum que possamos imaginar, para você identifica-la procure observar determinados homens públicos dizem nas entrelinhas.


O que vem saltando aos olhos dos bons observadores, nos últimos tempos, é a falta de cordialidade, respeito e atenção que o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, vem tendo para com seu vice-presidente, general Hamilton Mourão. Essa prática do presidente já é bem antiga, surgiu logo após a posse dos mesmos e vem sendo turbinada na proporção em que o tempo passa e o presidente Bolsonaro vai perdendo apoio e respeito pela própria população.


Com todos os problemas que o presidente Bolsonaro vem criando na sua gestão, em decorrência da sua própria incapacidade de gestão e atributos inerentes ao cargo que ocupa, em nenhum momento, general Mourão saiu da sua compostura, digna de soberanos e de alguém que sabe se colocar no seu devido lugar, mesmo sendo agredido pelo presidente, em muitas ocasiões, general Mourão tem mantido a fleuma dos grandes generais da história e se apresenta dignamente.


Confesso que esse comportamento obsequioso do general Mourão me surpreende, não só pelo seu mundo das casernas, mas pelo seu semblante sempre austero, determinado e imponente. Não tinha consciência da sua capacidade intelectual, sua sapiência e suas práticas filosóficas, regidas pelo lado operoso do Exército brasileiro e o mundo filosófico e filantrópico determinado pelas mentas sadias da Maçonaria operativa. É nesse contexto que se faz a grande diferença entre os homens.


A necessidade incessante que o presidente Bolsonaro tem para encontrar um novo vice-presidente para se candidatar nas próximas eleições, faz dele uma verdadeira perfídia, não escondendo de ninguém que seu vice simplesmente lhe atrapalha, talvez por não compactuar com suas heresias diuturnas, se mantendo distante das trapalhadas diárias que Bolsonaro pratica, por essas e outras é que o nosso presidente não tenha, ainda, nem mesmo um partido político para chamar de seu.


A derrocada política do presidente Bolsonaro é fruto da sua fleuma, da sua forma incontestável de tratar os problemas e as pessoas, a forma rude e tosca de se relacionar com seus correligionários, o que sobre para lhe bajular são os sofridos homens das cercas imaginárias dos grandes currais de outrora. Nesse novo mundo que se apresenta não há mais espaço para incompetentes, perniciosos e deploráveis criaturas da maledicência humana.


Essas deformações humanas já estão com seus dias contados, quem praticou o populismo, fez da inocência do povo seu trampolim para galgar posições na sociedade e tirar proveito material em detrimento do sofrimento alheio, esses, tais quais, os Bolsonaros da vida, os Lulas inimagináveis e reticentes, serão definitivamente defenestrados da vida pública e o brasileiro terá oportunidade de comemorar uma segunda libertação dos escravos, agora, de todas as raças e cores.


Chega de causticidades, de malemolência política, que seja condenada a prática das condicionantes costuradas nas longas madrugadas de noites escuras e dias tétricos, a República precisa ser respeitada, que os condenados pelos seus crimes voltem às suas celas e paguem pelos seus crimes, nada de confrarias pernósticas e compadrios de oportunismo barato, os verdadeiros homens precisam se apresentar para combater os tiranos da Pátria brasileira.


Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista







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