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  • Foto do escritorGenival Dantas

O adicto também é um viciado em mentiras e jogatinas








Novo governo velhas práticas 07/06/2023



Apenas para completar o tema anterior (05/06) outro fato que tem mantida a sociedade em alerta é o caso das drogas, mentiras e jogatinas, esse último sendo alimentado pelas redes sociais, viciando os jovens que tentam levantar recursos para manutenção dos vícios, nos sites específicos de jogos, principalmente os eletrônicos, pela sua praticidade envolve os menos experientes e os sedentos de desejos promíscuos que mergulham na insensatez.



Mas, o vício da mentira, hoje é recorrente, antigamente diziam que éramos a republiqueta das bananas, talvez pela nossa forma de agir muito lentamente, tanto é que a Argentina já foi tida mais desenvolvida que nós, sua aproximação com a Europa foi mais contundente e se espelharam na cultura europeia, com muitas ações pioneiras traduzidas em mentes mais abertas e um certo desenvolvimento anterior ano nosso, até surgir nosso presidente mor J. Kubitschek.



Não posso dizer felicidade, porém nossa sorte foi que os argentinos se embrenharam em uma vereda de azares e assumiram, politicamente, a ideologia socialista e nessa rota de ervas daninhas sucumbiram na ineficiência administrativa, sendo tragados pelas dívidas que construíram durante as últimas décadas, consideramos, hoje, a Argentina, um país tristemente quebrado, economicamente, juntamente com a Venezuela, duas tristes histórias a lamentar.



A mentira no Brasil também vem fazendo sua história, paralelamente ao governo do PT, ela fez um casamento perfeito, cultivada e amada pelo presidente, Lula da Silva, ela corre de boca a boca pelos corredores do Planalto, desde os anos de (2003) de lá para cá só vem regimentando adeptos, e definitivamente ficou encrustada nos corredores e salas, como se fizesse parte da decoração de todos os recintos.



Com o endosso do Executivo os demais Poderes se sentiram no direito de se moldarem ao novo linguajar, mesmo que ele não fosse um clássico, entretanto, os novos tempos também perdoa os pecados da linguagem, pelo menos esse tipo de comportamento pode reduzir distância, mas atinge de morte o que é de mais sagrado no homem que é sua integridade moral, item tão distante da sociedade, mormente aquela manipulada pelos políticos e poderosos atuais.


Em um tempo não muito distante se primava pelo trabalho, sua clareza e objetividade, estamos em uma fase da famosa marcha lenta, não há pressa para nada, inclusive com o advento dos grupos políticos adeptos ao fisiologismo e das vantagens par apoio aos governos, depois da nossa última Constituição (1988) de lá para cá tudo se degringolou de tal forma que temos uma situação indefinida, politicamente, e uma população vendida, sem saber que rumo tomar.



Como o atual governo, Executivo, não tem moral para conseguir apoio no Legislativo, toda e qualquer aprovação de projeto que lhe seja favorável se faz necessário conversas intermináveis com políticos avulsos, mesmo vinculados a partidos, por força constitucional. Essa corrente política tem tirado proveito da situação e causando prejuízos ao Estado brasileiro, ultimamente girando em torno de R$ bilhões, portanto, nada mais condenável que essa prática abominável.



Na tentativa de aprovar a reforma fiscal, em andamento no Congresso, na busca de uma solução mais fácil e ágil, o IVA (Imposto sobre Valor Agregado) tinha inicialmente e continua com esse objetivo, substituir (PIS, Confins e IPI), impostos federais e (ICMS e ISS) cotas dos Estados e Municípios. Com a mexida do ICMS, pelo governo anterior, as prefeituras estão sendo contrários ao novo sistema, pois vou retirado dos municípios valores e não repostos pela nova fórmula.



É próprio da União fazer esse tipo de proposta, quando sabemos que apenas um item, o caso do novo salário dos enfermeiros, piso salarial, vai consumir montantes substanciais das receitas municipais e o governo não indicou onde as prefeituras iam bancar esse gasto adicional, assim sendo, a pressão que os prefeitos farão nos seus representantes no Congresso Nacional fatalmente vai desencorajar qualquer iniciativa de aprovação do projeto em referência.






Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista




























































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