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Não há bonomia na maioria dos políticos na ativa isso é peremptório

  • Foto do escritor: Genival Dantas
    Genival Dantas
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura







Aquele é o que critica; este é o que destrói: sê tu o que serve


Gabriela Mistral - 29/07/2026


Sentimento dos pensadores da Praça do Canhão

 

Estamos encerrando o primeiro mês do terceiro trimestre de 2026, ao mesmo tempo a primeira fase de um total de seis, do 19º (décimo nono) Tomo da minha trilogia intitulada “Brasil, apesar dos percalços, um país soberano”. Não confundir com o percalço maior que é o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e sua performance destrutiva politicamente.

 

Estamos nos aproximando da data final para os Partidos Políticos, aqueles que são os verdadeiros donos dos mandatos dos Legislativos, tanto o Federal como os Estaduais. Aparentemente, não saímos do imbróglio inicial, sem composições de chapas, dificuldade de se negociar, os Executivos com indicações dos seus respectivos vices, priorizando o pessoal em detrimento do Estado.

 

São Paulo, não foge à regra, mesmo sendo o maior colégio eleitoral do País, tanto quanto confuso continua o segundo maior colégio eleitoral que é Minas Gerais. Minas parece ficar mais distante da realidade, com o candidato ao governo com melhor pontuação, Cleitinho Azevedo (Republicanos) de tanto ficar indiferente à sua indicação o Partido dispensa seus préstimo, tolhendo sua candidatura.

 

Esse caos político não fica restrito apenas ao Sudeste brasileiro, que tem no Rio de Janeiro uma barafunda quase que incontrolável, tanto para a situação quanto para a oposição; o Sul do País tem suas tempestuosidades, nada diferente do Norte e Nordeste que deveria ser um céu de brigadeiro por sua característica, povoados basicamente pelos simpatizantes do atual governo.

 

Com o fim das indefinições, chapas montadas, candidatos pregando suas plataformas políticas, discurso afiado, oradores contratados, independente de suas ideologias, vale mais seu poder de convencimento, um mercado seleto,

 

que é explorado a cada 2 anos, mas nem sempre vence ou convence o que tem melhor discurso, há outros ingredientes mais palatáveis ao ronco da barriga e explorado pelos aproveitadores de plantão, método antiético, e daí!

 

Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista

 




























































 
 
 

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