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Nem sempre a continuidade representa a repetição

  • Foto do escritor: Genival Dantas
    Genival Dantas
  • 1 de mai.
  • 2 min de leitura




A consciência é um tribunal sem apelação.


Ponderação dos Pensadores da Praça do Canhão

01/05/2026


No texto anterior, fiz questão de parar, na vitória do governo, quando o postulante ao cargo de ministro do STF, fiz questão de enaltecer as qualidades do candidato, Jorge Messias, pelo bom desempenho nas oito horas de arguição, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a sua oratória era condizente ao cargo pretendido.


 

Não fiz menção à sua vida pregressa enquanto funcionário público, portanto, omitindo o fato dele ter sido o mensageiro da mensagem de nomeação de Lula da Silva, como ministro, caso ele precisasse eventualmente, para não ficar vulnerável à voracidade do sistema, esse fato não depreciou o portador, pois ele estava cumprindo ordens da sua chefe, Dilma Roussef, então presidente da República, como todo subalterno faria.


 

Não vi naquele ato qualquer gesto de desconforto, pelo contrário, ele estava sendo fiel ao governo do momento, portanto, merece o respeito e aprovação de todos, sendo ele da Esquerda ou Direita. Mas como continuidade é diferente de repetição, o nosso focado foi rejeitado no Plenário do Senado, de uma forma contundente, para decepção da Esquerda brasileira.


 

Para regozijo da Direita o resultado, no dia seguinte, o Congresso impôs nova derrota ao governo, derrubando o veto presidencial ao Projeto de Lei da dosimetria, possibilitando a redução das penas aplicadas pelo STF, com benefício aos condenados pelo 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) respondendo por uma condenação de 27 anos e 3 meses.


 

Tudo isso virou um angu de caroço para os Três Poderes. Há suposições que a virada de mesa, no caso da Dosimetria, foi conchave do presidente do Congresso, David Alcolumbre e o ministro Alexandre de Moraes (STF) juntos conseguiram um feito em mais de 132 anos naquela casa, reprovar a indicação de um presidente da República.


 

Levando ao nocaute a infalibilidade do hoje desacreditado, Presidente Lula da Silva. Se ele tiver desconfiômetro jogará a toalha e retira sua pré-candidatura para reeleição à presidencia da República.

 

 

Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista

 






































































 
 
 

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