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  • Foto do escritorGenival Dantas

Nas urnas surgem novos sonhos e ideais


A crise que ocorre em nosso país não é recente, simplesmente ela foi ignorada, disfarçada e relevada por quem devia ter olhado de perto com o cuidado e acuidade de quem respeita o patrimônio público, com verdadeiro espírito Republicano. Infelizmente a Democracia tem suas falhas, principalmente quando no meio das comunidades que fazem parte da política estão figuras nem sempre impolutas, mas, verdadeiros lacaios, sanguessugas a serviço dos desmandos e depauperação do erário público.


Os últimos quase 16 anos representaram meio século por conta da insensibilidade administrativa, excesso de orgulho e falta de humildade política em reconhecer erros menores, chegando aos grandes erros de gestão cuja reparação será feita em pelo menos mais 20 anos de administração razoável, começando no início de 2018, sem intervalos, com a oposição fazendo um trabalho solidário ao governo do presidente eleito pelo voto popular, Jair Bolsonaro, ambos, situação e oposição esquecendo o passado de revanchismos, sem mágoas ou ressentimentos, com objetivos voltados à Nação, verdadeiro modelo de um povo que vive harmoniosamente como se vive numa República Democrática.


Quando da recuperação das políticas comercias e o reerguimento do parque industrial classificada como sucata pelo descaso governamental. Os recursos mal empregados na saúde não trarão de volta nossos mortos, vítimas da calamitosa situação reinante nesse setor, por conta e risco da inoperância e desvio de foco dos profissionais da área. O medo e os traumas será a marca indelével que ficarão no corpo e na alma dos cidadãos que vivem nas pequenas, médias e grandes cidades convivendo com os crimes diários contra os trabalhadores e estudantes, que sufocados, buscam locais menores para levar seus familiares tentando um pouco de paz e possibilidade de sobreviver aos tempos de perversa promiscuidade social. Enquanto isso, sofremos com a falta de tato e primazia com o setor educacional que gasta em excesso, mas gasta mal, fazendo com que esse seja um setor que não evolui, estamos sempre colocado na classificação de pontuação menor, nas últimas posições no destaque mundial.


Na proporção que o tempo passa a situação se agrava e se converte em papel carbono de outras épocas de desmandos não tão congruentes como agora, mas, que nos deixa transtornados por sabermos que os tempos vindos são de maiores dificuldades, por experiências passadas. Os números não mentem e eles nos apontam um caminho em direção ao túnel do tempo perdido, ao vale dos condenados, não por pecados cometidos, porém, por atos e gestos de contemporâneos que nunca deviam ter participado de uma gestão pública tão deplorável e deveras humilhante para o país, não só pelo processo em si de decadência social e moral, mas, pelas peculiaridades manifestas nas ações dos nefastos administradores do nosso país no decorrer dos últimos quase 16 anos, como frisei anteriormente.


Claro que nem tudo está perdido, nesse período de turbulência administrativa, salvou-se o social, entretanto, seus ganhos podem ser anulados se ações urgentes não forem tomadas na correção de práticas que possam trazer o país de volta aos trilhos do ponderável, eliminando os fantasmas da inflação e dos juros estratosféricos, que nos assolam e nos deprimem, num retrocesso com perdas incalculáveis para os brasileiros, jamais poderiam se imaginar numa nova realidade trágica, cujo quadro negro faz parte dos nossos dias de penitências e sofreguidão no período pré-redemocratização, quando éramos tragados pelo nefasto descontrole da economia nacional, cujas lembranças das sensações desconfortantes nos remeteram aos tempos das tragédias brasileiras cuja repetição estava a poucos passos; porém, já vislumbrávamos a luz difusa se aproximando sem velocidade e intensidade desejada.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva insiste em colaborar com o recrudescimento da crise, na sua última fala aos seus liderados em reunião do PT ano de 2014, fez um comentário de notícias por parte da imprensa contrária ao seu partido politico: a dissonância entre o discurso e a prática do seu partido no transcurso das últimas eleições e o comportamento da presidente Dilma, no exercício das suas funções, se transformando num verdadeiro contraditório, entre a teoria e a prática. Um fato que elucidou dúvidas que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pudesse ter na acusação da oposição contra a campanha eleitoral daquele ano de 2014, na prática de estelionato eleitoral.


As palavras do ex-presidente não deixaram claro se ele queria se eximir de responsabilidades da prática de seus correligionários petistas, como uma peça de marketing de apologia a sua lisura e honestidade na condução das suas tratativas, ou, se, efetivamente, ele discorda de tudo que estava em jogo, piorando o quadro e se apresentando como o salvador da pátria para uma nova eleição, se ela foi suscitada por decisão judicial, com anulação da anterior, ou mesmo para 2018 quando ele, Lula, naquele momento, era o único pressuposto candidato ao cargo de presidente da República, por livre e espontânea pressão dele mesmo junto ao seu partido PT.


Genival Torres Dantas

Escritor e Poeta

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