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  • Foto do escritorGenival Dantas

Nada mais demolidor que a falta de credibilidade




O fato sem politicagem 29/06/2022



Os fatos vêm ocorrendo de forma tão rápida nos últimos tempos, superando a própria necessidade de renovação, bastante usual nesses tempos de conflitos e confrontos, objetivamente nesse penúltimo quadrimestre, bem próximo das eleições que se avizinham outubro do ano em curso. Dizem que tudo é possível e tudo fazem para se ter a vitória garantida considerando que não existe adversário franco, apenas surgem campanhas mal feitas e cálculos sem a devida atenção.


Levando-se em consideração essa realidade, não desprezando a capacidade da oposição de reagir em qualquer tempo de uma campanha política, vamos combinar que a Esquerda brasileira tem pontuado de forma brilhante as falhas do governo Bolsonaro e de seus colaboradores mais diretos. A primeira falha surgiu exatamente no MEC e seu conhecido setor de inércia, local onde nada acontece e quando ocorre algo novo é sempre repetição do que já deu errado.


O ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, depois de perder o cargo teve sua vida pregressa questionada e depois de muitas insinuações, ele fora preso e na sequência liberado, em conjunto com outros dois pastores envolvidos na mesma trama patrocinada por eles, enquanto ocorria a gestão do Milton Ribeiro, no MEC; piorando o que já era ruim, foi apresentado áudio em que o ex-ministro compromete o presidente Bolsonaro, quando esse falava com um interlocutor.


Por conta desse caso já há uma CPI a caminho de ser instalada, a correria é grande, pois, há outras CPIs aguardando vaga, gerando queda de braço entre a situação e oposição, ganhará aquele bloco que tiver melhor defesa junto ao presidente do Senado, cujo Poder ele tem para priorizar ou não uma CPI, em detrimento de outra, ou outras, como estamos em ano eleitoral é melhor não apostar no poder de fogo dos congressistas, aquele é um mundo que não há previsibilidade.


Em outra ponta, confesso que fui surpreendido com a noticia da acusação por parte de 5 funcionárias de carreira, da Caixa Econômica Federal, contra o presidente daquele banco, Pedro Duarte Guimarães, acusado que foi por assédio sexual e moral. Uma situação constrangedora para quem vinha desenvolvendo um trabalho brilhante, com elogios do mercado financeiro, depois dos resultados positivos que a Caixa vinha auferindo nos últimos tempos.


Claro que as situações são distintas, mas é inegável que não adiante você ser um exímio administrador se sua administração tiver resquícios de senões no seu currículo. Não vou fazer nenhum juízo de valor, nesse momento, afinal, fui pego de surpresa, não tendo dados suficientes para falar alga a respeito, também não é minha seara invadir a vida pessoal e privada de cada um que direta ou indiretamente trabalha na política em benefício do Brasil.


Mesmo sabendo que nada será como antes, existem indícios que um novo presidente foi sondado, no caso uma presidente, isso posta, a situação praticamente ficou definida com prejuízo para o presidente Pedro; espero que ele possa ter a oportunidade de defesa, mesmo não tendo como justificar sua continuação no cargo, ele possa, pelo menos, se errado ele for; se justificar junto aos seus familiares e amigos.
















Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista









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