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  • Foto do escritorGenival Dantas

Nada é mais desastroso que a vaidade, a hipocrisia e a desonestidade humana (12/07/2021)






O Fato Sem Politicagem 12/07/2021


Como é sabido e de conhecimento público e notório, muito embora sejamos uma República Democrática, com os três Poderes alinhados ao que denominamos de Carta Magna, ela é soberana sobre tudo e todos dentro do nosso Estado de direito, temos vivido em constantes controvérsias e pensamentos individuais na tentativa de mostrar aos outros a soberania do indivíduo até sobre o Estado, maluquice alvejado pelos pequenos ditadores tiranos e subversivos.


Não faz muito tempo, finais dos anos 1950 e começo dos anos 1960, o ensino universitário era uma circunstância afeta apenas aos mais abastados, a classe média lutava com todas as forças para alçar aquele patamar social, portanto méritos de poucos. O grau de dificuldade era pela quantidade de universidades ou mesmo faculdades, sempre vinculadas aos governos Federal e Estadual, pouquíssimas Municipais, as de iniciativa privadas era coisa muito raramente encontrada.


Havia um conceito disseminado entre os jovens universitário da nova atração no meio acadêmico que era a difusão do socialismo, movido pelo alcance desse sistema, a olho nu: “doutrina política e econômica que tem como características a distribuição dos meios produtivos e administrados pela coletividade, sem a intermediação da propriedade privada e das classes sociais, com a fiscalização de um governo único e sem risco de ser deposto, portanto sine die”.


Essa colocação é contestada pelos atuais simpatizantes dessa doutrina pelo simples fato de ser a porta de entrada do Comunismo, uma ficção imaginada, porém sem nenhuma conotação de seriedade e oportunidade que se possa pelo menos comensurar o que é uma comunidade sem os devidos freios, pesos e contrapesos, aferidos por um poder central inexistente e controlador das ações da própria comunidade, ou seja, algo sem pé e sem cabeça arbitrada pelo acaso.


Voltando aos finais dos anos 1950, a grande onde, o ser pensador que frequentava os meios universitários, era o sujeito que pertencia a uma classe média emergente, com o biotipo próximo aos que pregavam a sociedade sem patrões e sem escala de valores que subjugava o ser humano, inferiorizado financeiramente, dessa forma um preconceituoso e submisso aos seus recalques, impondo uma postura de meio atleta com barbas longas e discurso afiado.


Muitos desses elementos sobreviveram às torrentes de paixões ideológicas, em um primeiro momento tentaram sobrepujar a Democracia tentando implantar no Brasil a ditadura do proletariado, expulsos do país retornaram e em parceria com outras cabeças errantes ficaram por 13 anos na administração pública brasileira, cujos percalços impostos ao Brasil cuja ausência de ditames nesse período e o prejuízo financeiro a história por 100 anos irá lembrar amargamente.




O que temos em andamento hoje em nosso país é uma história feita de ódio e desesperança, uma terra afundada e com indivíduos que deviam ter seguido desterrados, com uma enorme vontade de voltar ao comando da nação para, no mínimo, acabar com o que sobrou dos vândalos que por aqui passaram defenestrando tudo e todos como verdadeiros cavalos de Átila. Uma alusão ao que por onde passasse não nascia capim.


Infelizmente, por tudo que passamos, não aprendemos nada depois de tanto sofrimento e lágrimas, nos aventuramos e tentamos superar uma desgraça humana, acometida por um período de governo, 13 anos, literalmente danoso, por algo pelo menos desconhecido, quando tínhamos a possibilidade de errar ou acertar, em 50%, enquanto o que estava tínhamos a certeza de 100% de desacerto.


Danosamente, para nós, acertamos no negativo, o atual governo é um verdadeiro desmantelo humano, sem nenhum silogismo, ausência total de raciocínio lógico, verdadeiro cabedal de idiotice, uma linguagem despudorada, imprópria para ser falada nos piores ambientes da podridão humana; mesmo assim, essa personagem compete com o não menos nefasto, anterior, ao continuísmo na política brasileira.


A política Federal se encontra em processo de investigação para verificar até onde estar indo o malefício feito pelo atual governo Bolsonaro, claro que a classe política instiga uma ruptura no governo, ou mesmo impeachment, a mesma classe que nada melhorou nos últimos 60 anos, o Judiciário afundado na sua incompetência até mesmo para julgar qualquer caso raso, a política contaminou aquele Poder de forma desastrosa e desastrada.


O Legislativo opera com um puxadinho denominado de CPI da desilusão, focada em levantar os erros de ações e ausências dessas, feitas pelo governo federal e governos Estaduais, e até Municipais, se envolveu de tal forma em querer desarticular o governo Federal que passou a tropeçar nos seus tentáculos, pernas e pusilanimidades, que a impressão é que no final será enforcada no emaranhado de cordas produzidas.


Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista







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