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  • Foto do escritorGenival Dantas

Não é nada paradigmático o comportamento da Direita







Velhos vícios, trapos remendados                   17/01/2024

 


Quando avaliamos a aproximação das próximas eleições chegamos a triste conclusão que, enquanto o Esquerda faz seus planos se enrosca nas linhas de controles internos e externos, buscando alianças e conchaves, perdoando desafetos, repatriando ex aliados, alijando determinadas figuras inconvenientes aos seus novos propósitos, inflando de forma positiva seu arsenal político.

 

Na outra ponta, a Direita totalmente esfacelada, sem forças para qualquer ação, ou até mesmo iniciativa, por menor que seja, estamos vendo os pré-candidatos ao Executivo municipal, na Capital paulista, simplesmente baterem cabeça, muitos sem mesmo ter o apoio oficial de seus partidos até mesmo preteridos em decorrência de outras opções, caso do Ricardo Sales (PL) e Kim Kataguiri (União).

 

O atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB) e Tabata Amaral (PSB), figuram como dois pré-candidatos e com reais possibilidades de irem ao segundo turno, mas que frequentam as alas da Esquerda e da Direita, sem, entretanto, definirem ainda, seus parceiros de chapas, sem definições dos seus vices, porém com apoio irrestritos dos seu respectivos Partidos.

 

Voltando aos dois perdidos no caminho das candidaturas, Sales e Kataguiri, estão em situação de penúria, o Sales já foi descartado pelo presidente do seu Partido, Valdemar Costa Neto, com apoio quase que insosso, do ex-presidente, Jair Bolsonaro, o que é lamentável, pois Sales foi um auxiliar do ex-presidente, de primeira hora, enquanto o Kataguiri, o presidente de seu partido já tem compromisso, com o atual prefeito.

 

Essa dispersão é desafiadora e inconsequente, dessa forma, a Esquerda totalmente afinada, com Guilherme Boulos (Psol) de braços dados com a ex-prefeita (PT), Marta Suplicy, saem na frente procurando impressionar seus eleitores desde os Jardins até a periferia mais pobre da Capital, em um ritmo célere, mostrando aos seus concorrentes como se faz uma pré-campanha.

 

Caso a Direita não tome uma iniciativa e procure trabalhar no entorno de um candidato com verdadeiro potencial de votos, mesmo que esse seja alguém nunca testado em uma eleição para o Executivo paulistano, caso específico do atual prefeito, foi agraciado com o cargo por ser vice do prefeito falecido, Bruno Covas, portanto não foi testado nas urnas, e ou um nome verdadeiramente emblemático.

 

Infelizmente, a Direita não tem esse nome emblemático e carismático, de uma hora para outra ficamos órfão de qualquer postulante com reais possibilidades de vitória para o Executivo paulistano e a prefeitura de São Paulo é tão importante como alguns Estados da Federação, tanto pela sua importância geográfica, politicamente, como financeira e repercussão nacional; vamos pensar grande, minha gente!

 

 

 



Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista

 

 

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