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  • Foto do escritorGenival Dantas

Maio o mês de Maria e das Santas não especificadas


















Novo governo velhas práticas 13 e 14/05/2023




Por ter nascido no seio da religião católica e o tradicional cristianismo, o hábito da frequência às missas e suas ritualísticas me fizeram devoto de Nossa Senhora, apenas Nossa Senhora, aquela jovem mãe daquele que foi apontado com o mentor espiritual de devotos aos seus ensinamentos e dos discípulos que ele soube no longínquo tempo de 2000 anos atrás, ele que foi tido como o Jesus de Nazaré, ou Jesus Cristo, o mais marcante dos filósofos já passado pela terra.



Indiferente às narrativas existentes sobre a tempo de sua passagem pela terra, Jesus Cristo, marcou com obras e atos de forma milenar, nada mais crédulo que a existência desse profeta, com determinação soube transformar alguns escritos, em locais e tempos diferentes, por pessoas de culturas distintas, uma obra considerada o maior livro da humanidade, que se mantém respeitado e orgulhosamente seguido pela maioria com conhece sua história, a Bíblia Sagrada.



Sua mãe, reconhecida como Nossa Senhora, ela tem sobrenomes diferentes, em diferentes regiões, seguindo sempre as tradições regionais e os apelos religiosos que normalmente são adicionados para justificar os benefícios que ela sempre traz para determinadas comunidades, sempre com históricos de vitórias e alegria para quem imagina nela um espírito de luz a iluminar o caminho dos que têm um caminho menos claro.



Quero crer que essa historicidade dela, além de mulher, a mãe mais devotada que já passou aqui pela terra, essa respeitabilidade pelos seus predicados transformara sua imagem coma a mãe ideal. Talvez por isso o mês de maio é praticamente devotado ao mês de Maria e no arresto transformado, também, em um dia único, a todas as mães que se destacam pelo amor e dedicação aos seus filhos que, por sorte, têm esses seres quase Santas a lhes amar.



O tempo vem transformando essa relação mães e filhos, antes era só a cuidadora do Lar e dos Filhos, hoje temos uma sociedade composta por verdadeiras transformadoras de culturas, chegando a ter destaque na criação dos filhos e formação da família, com sua participação efetiva em provedora de lares, muitas vezes maltratadas e ignoradas por aqueles que tiveram o trabalho de apenas deixa-la grávida e seguir seu caminho como se fosse uma tarefa acabada.


No ápice da sua dignidade, as futuras mães, rejeitadas pelos maldosos parceiros irresponsáveis, simplesmente encara a sociedade mal informada, os contratempos que o tempo lhe impõe, a ira de muitos familiares, e com muita garra se segura em suas preces e coragem e corre em busca de qualquer possibilidade que lhe ofereçam para transformar aquele momento de penalidade em um futuro dela e de seu fruto, muitas vezes ignorada lá em um futuro próximo.



No cume dos meus 70 anos devo admitir que fui pego de surpresa por esse pensamento de reconhecimento do valoroso valor que tem a mulher como mães e sua tarefa basilar na composição da família e sua manutenção. É chegado o momento de pedir desculpas pelo filho que nunca fui e não ter dado o devido valor àquela que efetivamente tanto me valorizava e eu simplesmente não correspondia a esses valores tão necessários nos dias atuais. Isso é um fato.





Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista
























































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