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  • Foto do escritorGenival Dantas

Há uma grande distância entre querer e poder









Novo governo velhas práticas 05/12/2023


Nas nossas vidas somos impactados com teses muitas vezes as desconsideramos por absoluta falta de avaliações mais profundas, e ou até mesmo pela nossa falta de humildade e conhecimento de nós mesmos, dos nossos limites e da nossa empatia com o mundo exterior, essa última, tão importante quanto os freios que as vezes esquecemos de acioná-los para brecar nossas asserções.


A prepotência do ser humano ele se exacerba na mesma proporção que ele vai em ritmo crescente na sociedade que ele atua, vai galgando posições, porém ele não para um só momento avaliando seu verdadeiro potencial para a função e o cargo que ele exerce, quantas vezes nos sentimos no limite da nossa capacidade e não procuramos nos frear, buscando mais conhecimentos na tentativa de atuar com mais flexibilizações.


O Poder é algo que você, que é minimamente inteligente para não cegar e passar atuando na escuridão das ideias e pensamentos, o que mais nos deixa intrigados é que quando você passa a exercer o Poder você passa a ser absoluto, como quem tem o direito de agir sem a prerrogativa de fazer avaliações antecipadas, nessa hora você coloca em risco todo seu potencial humano e profissional, é o ponto do seu desmoronamento.


Muita gente é guindada a determinadas posições e cargos, por chances aparecidas de última hora, ausência de profissionais mais competentes, até mesmo por afinidade profissional pelo seu superior imediato, mas quando as dificuldades inerentes aos próprios cargos e funções, sua ausência de habilidades e conhecimentos teóricos e práticos aparecem de tal forma que eles lhes denunciam inapelavelmente.


Nós tivemos recentemente na política três figuras que exerceram o cargo de presidente da República, de correntes ideológicas diferentes, porém de capacidade limitada iguais, muito embora tivessem currículos correspondentes a se situarem na sociedade de forma participativa e ativa, fracassaram quando passaram a exercer cargos de relevâncias e atuações individuais.


Enquanto atuamos coletivamente, nos escondemos entre nossos pares, se você tiver acompanhado de bons profissionais você vai sendo levado, quando você passar a usar o Poder de comando a situação fica diferente, é você acertando ou errando, sua exposição é simplesmente denunciante, para o bem ou para o mal. Infelizmente essas características humanas levaram nosso país a bancarrota nos últimos anos.



Os fracassos retumbantes, enquanto presidentes de, Lula da Silva, Dilma Rousseff e Jair Bolsonaro, foram enigmáticos, o pior é que as pessoas que são levadas pelo sentimentalismo barato, com viés ideológico, não deixam que os defeitos dos seus ídolos não apareçam e os defendem de forma absolutamente devotadas, sendo, por elas, capazes de matar ou morrer.


Enquanto o brasileiro não mudar de perfil, procurando atuar de forma independente, isento de paixão política, sem nenhuma conotação ideológica, vamos continuar tal qual a cantiga da perua, cada vez pior. Devíamos ter aprendidos com os próprios erros, desde 1988, temos repetidos as mesmas atitudes querendo coisas diferentes, se continuarmos dessa forma nada mudaremos a não ser para pior.






Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista




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