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  • Foto do escritorGenival Dantas

Estamos no linear da miserabilidade e políticos brincam com dinheiro público (18/07/2021)



O Fato Sem Politicagem 18/07/2021


Quando verifiquei o mau humor da esquerda brasileira, em estágio mais sibilante do PT, passei a estudar melhor essa possibilidade, até então, vinha observando apenas uma possibilidade do Centrão abocanhar parte do Executivo, pela mixórdia intempestiva do Jair Bolsonaro e sua incompetência administrativa, cruel e desumana contra o que é de mais positivo no mundo científico e cultural em nossa Pátria tão malversada por esse governo desditoso.


Não podemos esquecer que o atual presidente da Câmara Federal atual, Arthur Lira (PP/AL) aliado a esse o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (Democratas/MG) também, em seu próprio benefício e do seu bloco político. Embalado pela conveniência política de segurar pedido de impeachment, do presidente Bolsonaro, o Lira criou uma situação nova para o Estado brasileiro, verdadeira gambiarra política, mas que oferece resistência aos anseios da esquerda nacional.


Não é uma solução em definitivo, entretanto vem suavizar o momento que atravessamos, o ideal seria a implantação de um parlamentarismo forte, com redução desses partidos políticos que só operam visando, a maioria, tirar proveito próprio, servindo de partidos de aluguéis, sem nenhuma ideologia que possa vir em benefício da população que anseia em ser servida por uma classe deliberadamente operativa, responsável e honesta, tudo que não sentimos nos políticos atuais.


Turbinando o que há de mais desastroso na nossa República querem, praticamente, multiplicando por três, o fundo eleitoral para 2022, ou seja, partindo de uma base já absurda de R$ 2,2 bilhões para a cifra de R$ 5,7 bilhões, valores que representam uma verdadeira bravata aos brasileiros de boa fé, tudo isso junto com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, dependendo apenas do deferimento do presidente Bolsonaro, como ele é um refém político, certamente fará prevalecer o inusitado.


Esse tipo de indiferença para com a situação a Nação é mais comum que se possa imaginar, partindo, claro, da classe política brasileira. Ficamos em dificuldades para estabelecermos nova cota de recursos para ampliação de pagamento da assistência emergencial, com base em valores ínfimos, mesmo o governo sabendo que a cota individual não supre nem mesmo metade da cesta básica, estabelecida pelo próprio governo, ou seja, o básico do básico.


O que nos assusta mais ainda é a banda podre dos políticos alocados tanto nos Executivos como nos Legislativos, isso em todos os escalões, independentes de sigla política, corrente ideológica, qualquer coisa que os valham, numa simbiose perfeita entre os Poderes; respaldados pelo Judiciário, o mais deprimente dos Poderes brasileiros. É uma situação que precisa ser resolvida enquanto ainda estamos no mundo dos levantamentos dos verdadeiros canalhas da República.


No Brasil temos a mania de formamos ídolos, mitos e até semideuses, tudo isso não passa de submissão do povo aos que remediados por uma cultura melhorada se apresentam como verdadeiros honestos, como se honestidade fosse uma qualidade humana, quando na realidade é uma condição de caráter obrigatório, intrinsicamente ligado ao ser humano, portanto não há nenhum favor ou mérito em ser honesto, é dever.


Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista







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