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  • Foto do escritorGenival Dantas

Em qualquer situação o cidadão deve agir com múnus público








Novo governo velhas práticas 09/06/2023



Se engana aquele que acredita na narrativa de apenas o cidadão comum, que vive na base da pirâmide, somente ele é que tem responsabilidade para com o Estado brasileiro, mesmo assim, quando ele for instigado a um serviço determinado em benefício da própria Nação. Toda aquele que tem compromisso com a União deve trata-la de forma absolutamente sublime, com obediência às suas ordens, em qualquer cargo ou posição que ele esteja.


Não sou a pessoa ideal para fazer reflexões jurídicas, não sou da área, porém me posicionar no que tange a concupiscência não devemos nos calar. Estou me referido ao caso da Lava-jato e suas implicações no que concerne ao rumo que foi tomado, quando os ratos perseguem os gatos no meio do próprio processo. Algo que nunca vimos no Brasil, quando se fala que as delações premiadas não valem como instrumento de acusação mesmo com devolução de dinheiro roubado.


Tudo bem que ocorreu um erro de endereçamento, quando a comarca não era a indicada para tratar dos casos da Lava-jato, entretanto foi preciso que decorresse um prazo superior ao que é desejado para que após duas outras estâncias superiores concordassem com as condenações, para que, o STF, formado por juízes indicados e não concursados, para chegarem à conclusão que estava tudo errado e indicando novos julgamentos, desde a base.


Eu já tinha imaginado que caso a Esquerda voltasse ao Poder Central, com um dos beneficiados pelas decisões dos ministros daquela Corte, tivesse o Lula da Silva no comando da Nação e conforme promessa dele, os que o condenaram iam ter uma vida de pesadelos. Promessa cumprida, as vidas de principais responsáveis pela condenação do atual presidente, virou um informal astral, o ex-juiz Sérgio Moro e o ex-procurador Deltan Dallagnol, principais personagens.


O atual senador Sergio Moro vem sendo perseguido, tanto ele como sua esposa, deputada federal, tendo até mesmo reforçada sua segurança pessoa, tanto dele como de sua família. Quanto ao Deltan Dallagnol, ex-deputado, foi cassado, e o TCU agora tenta cobrá-lo no entorno de R$ 3 milhões, de diárias gastas por outros procuradores, por ele coordenados, esse fato tenta, de certa forma, desestabilizá-lo, levando-o até mesmo a pedido de exílio político.


O mais absurdo é que para substituir a vaga de um ministro aposentado, recentemente, Enrique Ricardo Lewandowski, STF, foi indicado pelo ex-condenado, presidente Lula da Silva, o seu advogado particular, que participou de todo processo da Lava-jato e amigo particular do presidente, o advogado Cristiano Zanin, reconhecidamente com notório saber jurídico, sem, entretanto, ter um dos requisitos principais que é a notabilidade, faz tempo que esse item é um artigo de luxo.


Não sabemos até quando o Sergio Moro vai conseguir suportar a pressão que vem ocorrendo sobre ele, pela esquerda dentro do senado federal, tenha a impressão que vão deixa-lo inelegível por 08 anos, assim como fizeram com o Dallagnol, dessa forma o futuro desses dois brasileiros sofrera uma reversão apenas por agirem com múnus público, as consequências foram fatais, talvez por um erro de avaliação, esse fato leva a outros profissionais a certeza da punidade, mesmo certo nas suas convicções.


Outro que deverá sofrer um processo de inelegibilidade é o ex-presidente Bolsonaro, dia (22) próximo ele vai começar a ser julgado pelo próprio STF, por abuso de autoridade, como a maioria dos ministros da corte foram indicados pelos governos socialistas, partindo do próprio FHC (1) Lula da Silva (3) Dilma Rousseff (4) Temer (1) e o próprio Bolsonaro (2). Como deve se tratar de um julgamento político, o ex-presidente Jair Bolsonaro deverá ser cassado politicamente.




Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista




























































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