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  • Foto do escritorGenival Dantas

Eleito não pode se portar como um déspota







O fato sem politicagem 13/11/2022



Não é nenhum comezinho se tornando até prosaico alguém presunçoso embalado pelo som dos seus séquitos uivando uma ladainha dissonante, recheada de insinuações danosas ao Estado Brasileiro, como quem lembrando um personagem antigo da TV quando indagava ao seu público: “o que é que eu sou, o que é que eu sou, e a plateia, alimentada com mortadela, entoava, és o rei, és o rei....” É uma simples referência de um passado que lembra o estágio atual.



Não é possível imaginar que teremos pela frente mais 04 anos de dissabores, tendo um presidente eleito pela terceira vez, com uma dicotomia, lembrando seu passado administrativo e até mesmo do seu antecessor, administrando o país de forma calamitosa, com discurso envolto nos textos maquiavélicos, como se tivera ainda em plena campanha política, cujo contexto consta alternativas inviáveis e de produção desastrosa apontando para a catástrofe nacional.



Se o eleito presidente, Lula da Silva, se não tendo nada de novo para apresentar, não precisa ficar malhando em ferro frio, causando transtorno na área econômica, com seu propósito de instigar o Congresso de furar o teto de gosto, mais ainda, em nome dos desvalidos e famintos, criar a possibilidade de tirar desse próprio teto de gasto tudo que for lançado no novo velho “Bolsa Família”, quase como um selo de garantia para matar a fome dos desprovidos.



Em nome desse projeto muita coisa está sendo proposto, inclusive a PEC da transição, ademais, emenda constitucional também foi pregada, tudo para referendar a ampliação dos gastos, em tentativa de fazer um governo social aliado ao projeto de empregabilidade e sustentação política, para tanto, 14 partidos já se fizeram aliados, contam ainda com a simpatia do Centrão e sua preferência para quem fica com a chave do cofre, pelo menos por 04 anos.



É um despautério o que anda pregando o presidente eleito, Lula da Silva, ele vem apresentando as mesmas teses, acompanhado dos mesmos rostos do passado, com integração de novos, apenas como CPF, pois o contexto é o mesmo de sempre. “ao nosso reino tudo, ao vosso reino nada”, voltamos ao tema da cantiga da perua, cada vez pior. O que fica cada vez mais grave é a certeza que estamos indo ao encontro da desdita humana.



Com relação ao mercado internacional, a Cúpula do Clina da ONU, no Egito (COP-27) lá, certamente, o presidente Lula da Silva, fará um discurso para seus aliados e simpatizantes Esquerdistas, abrindo nossas matas, rios e terras, para a exploração daqueles que depois de sugarem suas terras, agora reconhecem o valor das nossas, para a devida exploração de sempre, aos poucos estamos sentindo o cheiro da borrasca inevitável e fatal. Isso é um fato.





Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista













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