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  • Foto do escritorGenival Dantas

Dividir o indivisível e defender o indefensável não são temas que passaram






Novo governo velhas práticas 23/10/2023



É um fato atual a existência de pessoas que vivem no pretérito, normalmente de mau gosto, linguagem fora do tempo, arcaica mesmo, com possibilidades reais de se vestir garbosamente, porém suas vestes estão mais para andrajos, fica o tempo todo querendo dividir o indivisível e defendendo o indefensável, mas por uma questão ideológica torna-se uma pessoa inconveniente e de presença indesejável nos ambientes nos quais ele é presença assídua.



O que causa perplexidade é a natureza desse ser que tenta agradar a israelitas e palestinos, se apertar ele defende o Hamas como se fora beneditino, quando na realidade o Hamas é um verdadeiro coloio de facínoras a perpetuar toda maldade do ser humano, com suas atrocidades e sevícias indistintamente, idosos, homens e mulheres, jovens e crianças, com práticas de estupros e assassinatos em séries, com dilaceração de corpos.



É impensável que um ser humano normal, em perfeito estado mental e defender terroristas que permeiam o ódio, defendem o extermínio de uma raça, caso específico que ocorre com o Hama contra os israelenses, uma guerra milenar, cuja existência é registrada na própria Bíblia Sagrada, remonta a muitas guerras religiosas, na realidade trata-se de ambição material com propósito de recuperação de terras para formação de um Estado que possa chama-lo de seu.



No Brasil temos outro tipo de guerra, mas que se assemelha a essa briga que não tem fim, estão sempre em conflitos, assim é o caso dos nossos nativos (índios). Sabemos da existência deles bem antes do Pedro Álvares Cabral, aqui chegando foi recepcionado pelos indígenas residentes. Além de ocuparmos as terras já ocupadas, portanto tinham proprietários, tomamos suas áreas, fizemos deles escravos, além de abusarmos das suas mulheres.



Isso é verdadeiro, hoje os índios precisam ter um tratamento diferenciado, muito embora seja uma raça que não tem muito apreço pelo trabalho, eles precisam de terras para sobrevivência além de continuar transmitindo sua cultura junto a seus povos, que, inclusive faz desse culto um meio de vida para angariar recursos, juntamente com seus trabalhos artesanais, ultimamente têm trabalhado à agricultura, portanto necessitando de terras reconhecidas para sua prosperidade.



Isso posto, é bom lembrar, que os índios precisam ter uma referência de tempo e espaço, o espaço é a terra para seu uso, o tempo é a identificação de uma época que seja acordado, nada mais justo que seja usado o referencial da última Constituição Federal com data da sua promulgação de, 05 de outubro de 1988. Esse seria o marco temporal, acidificado pelo STF e reeditado, em outra situação, pelo Congresso Nacional e parcialmente azedado pelo Executivo.



O presidente Lula da Silva, como não tem problemas para resolvê-los, simplesmente veta parte do projeto do Congresso Nacional, tentando agradar aos parlamentares e deixando uma cortina de fumaças no STF, melindrando todos os ministros que votaram pelo sepultamento do tema. Nesse caso, praticaram um desserviço ao país, pois foi plantado uma discórdia, cujo prejuízo maior vai ficar para o agronegócio que tem respondido positivamente à balança comercial, apesar da empáfia do atual Governo Federal para com ele (O Agronegócio).





Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista










































































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