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  • Foto do escritorGenival Dantas

De Davos a Brumadinho





É de bom alvitre lembrar aos incautos, usuários dos dislates, quando se reportam aos discursos do Presidente Jair Bolsonaro, ele não é mais candidato a qualquer cargo, essa fase já foi superada, há sim uma movimentação para as eleições de 2022, igualmente, nunca foi pretendente a Polímata cujos representes maiores foram Rui Barbosa de Oliveira (epíteto de “O Águia de Haia” Holanda, na segunda conferência da Paz em 1907), e o italiano Leonardo da Vinci, grande representante do Renascimento. Isso posto, Bolsonaro esteve apresentando o Brasil no Fórum Econômico Mundial, em Davos, usando apenas o tempo de seis minutos, procurando ser sucinto para não se tornar prolixo, o que realmente aconteceu.


O discurso não foi uma peça literária, a finalidade não era essa, simplesmente foi elucidativo e esclarecedor do ponto de vista do atual momento do Brasil e seu compromisso com a nossa realidade e o projeto de recuperação da economia, sem imolar o povo brasileiro em detrimento ao mercado internacional. Dessa forma, o Brasil fará junções, sem restrições ideológicas, algumas exceções, sim, sem, entretanto, comprometer a soberania nacional. O recado dado não foi o esperado, mas, ficou claro que temos hoje um governo sem compromisso com a degradação do Estado, ainda, a corrupção será combatida por mais de um Ministério e Secretarias, outras necessidades básicas e fundamentais terão prioridades tais como, educação, saúde, segurança pública no combate ao crime organizado e segurança jurídica no trato com os contratos comerciais, de suma importância para os investidores internacionais.


Alguns detalhes da área econômica foram relatados pelo Ministro da Economia, a pessoa jurídica, no governo, encarregada pelo Superministério, inclusive, tratando da reforma da Previdência Social (área de subterfúgios e mistérios), o ponto nevrálgico da estrutura administrativa de alta complexidade, pois, envolve uma diferença negativa ou deficitária, elevada, entre as receitas e as expensas. O Sr. Paulo Guedes pretende mexer nos impostos tornando-os menos oneroso ao empresário brasileiro, para tanto se faz necessário à redução da carga tributária, diluindo de certa forma o ceticismo do empresariado ali presente; o ministro foi contundente nas suas palavras, resta-nos esperar o lado prática quando ele dirá donde virão os recursos substitutos aos valores subtraídos das receitas atuais, considerando que a conta não fecha há muito tempo e ela não se sustenta sozinha.


Nessa última semana e com seu retorno de Davos o Presidente teve que dá explicações à imprensa vermelha, principalmente, a respeito do assunto Flavo Bolsonaro e suas operações financeiras, quando, seu filho Senador tem sido questionado sobre movimentações bancárias em desconformidade com as regras do sistema. Esse assunto vem sendo explorado por pseudos exegetas da esquerda maléfica, contrários ao Brasil exequível, sectários da bazófia excludente, saltimbancos exacerbados. Com o cuidado minucioso que esse assunto é tratado por esses fariseus denota o ímpeto avassalador que eles se insurgem contra Jair Bolsonaro, O objetivo deles é atingir o Senador Flávio para que possa respingar na figura do Presidente. Essa é uma prática daqueles que sem nenhuma capacidade política administrativa tratam de eliminar o adversário pelas costas, isso na minha concepção se chama covardia.


Essa cizânia vai continuar até que os adversários do novo governo e do Brasil aceitem à derrota nas urnas da última eleição e voltem à oposição responsável recompondo o País que eles mesmos subtraíram o erário, quase saqueando a esperança dos brasileiros. Paralelamente, enquanto passava por essa sofreguidão o Presidente é informado da tragédia de Brumadinho/MG (Esse é um capítulo que vamos tratar isoladamente e oportunamente). Depois de visitar o local do acidente, e feitas às orientações, recolhe-se ao Hospital Albert Einstein para um processo cirúrgico na retirada da bolsa de colostomia, resultado de um atentado contra sua vida, cuja identificação da autoria intelectual está sendo tratada por vários setores do governo, enquanto o praticante do crime encontra-se recolhido numa cela aguardando julgamento.


Genival Torres Dantas

Poeta e Escritor

genivaldantasrp@gmail.com

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