top of page
Buscar
  • Foto do escritorGenival Dantas

Caquistocracia, realmente, é o que tivemos nos últimos 32 anos





O fato sem politicagem 07/04/2022


Fazendo uma reflexão do após 1985, saída do governo militar, alguns teimam em ditadura militar, quando tivemos um período nefasto desse tipo de regime, que foi na ditadura de Getúlio Vargas, de fato e de direito, assim proclamado pela história real. Esse último período vem sendo um amontoado de besteiras, incongruências, paixões políticas desacerbadas, muitas vezes sentidas por pessoas que nem mesmo sabem definir as palavras paixões e políticas.


Essas ideologias dogmáticas, sem o mínimo de apuro, tem levado o cidadão menos esclarecido a se sentir poderoso nas suas crenças, se insurgindo contra o sistema sem noção do perigo que corre dentro de uma sociedade cega e absolutamente materialista, onde prevalece o ter sobre o ser, de irrelevantes sucessos da justiça quando solicitada a reparar os danos causados pelas injustiças feitas e ocorridas sobre os menos favorecidos, no conceito material.


O atual governo exercido pelo extremista de direita, Jair Bolsonaro, tem se deparado nos últimos dias com situações periclitantes e desconcertantes para ele e seus apoiadores, partindo a premissa que ele é um pré-candidato a continuar no cargo de presidente da República. Vejamos alguns aspectos que depõem contra suas manifestações políticas quando ele se coloca em posição de discurso, nas suas jornadas diárias, e tentar vender uma ideia propositiva.


Temos duas situações no mínimo de razões não recomendáveis. Uma é na Petrobrás S/A, maior empresa nacional e que vem de um estágio de completo saque aos seus cofres, com desvios bilionários para enriquecimento ilícito, por agentes ligados ao governo anterior, inclusive com devolução de valores por parte dos criminosos. O governo Bolsonaro tenta montar um novo comando e sente dificuldade pela imperícia e inabilidade em tratar com recursos humanos.


Os dois primeiros indicados pelo governo, aos cargos de presidente da empresa e do seu conselho fiscal, simplesmente não tiveram a coragem de continuar no pleito e renunciaram antes da efetiva e oficial indicação, afirmam que talvez por acharem que não passariam na conformidade e integridade que seria aferida pelo conselho da empresa, entre as razões está o fato de haver incompatibilidade nos novos cargos e suas ocupações anteriores, rotina dentro do governo Bolsonaro.


Agora tudo indica que a situação foi equacionada quando o governo lança mão de valores humanos que são considerados prata da casa, uma solução caseira que muitas vezes traz soluções sem criar circunstancia duvidosa, ou vexatória. Infelizmente, isso é recorrente, no atual governo, toda vez que se faz necessário de ir à busca de um novo valor humano para integrar o atual quadro governamental, ou até mesmo numa reposição eventual.


Na área da educação há uma verdadeira confusão generalizada, compra de ônibus com valores superfaturados, com suspensão de licitação por imposição do TCU, que tenta buscar luzes dentro do Ministério já esfacelado pela renúncia do seu ministro, por alegações de pedidos de propinas em alocações de recursos aos municípios dos Estados e que vêm sendo cooptados por Pastores de Igrejas Evangélicas, casos pontuais e que seguem sendo investigados.


Na outra ponta temos um postulante ao cargo de presidente da República, aliás, um ex-presidente, da Esquerda brasileira, mesmo assim já condenado por várias instâncias, favorecido pelo STF, em momento de infeliz conduta no atual momento, por conta de alguns membros daquele Poder. Esse ex-presidiário nas suas infelizes declarações, e de exacerbada ignorância política, muito embora seus mais de 70 anos e dois mandatos de presidente confirma que nada agregou em termos de valores.


A sua máxima infelicidade foi pedir aos seus correligionários, dentro de uma reunião na CUT, seu reduto preferido, ele vem do sindicalismo, que esses, em número de cinquenta invadissem a caso dos deputados contrários ao seu movimento político, para pressionar aqueles congressistas, dentro do seu sagrado lar, fazendo pressão tanto nele como nos seus familiares, esposas/esposos, filhos/filhas, pois, dentro do Congresso o sucesso seria incerto.


Resumidamente, esse foi um discurso de aproximadamente 20 minutos e que nada se aproveitou, a não ser essa atitude nefasta e condenável de um homem que no seu auge ocupou por duas vezes o maior cargo da República Federativa Brasileira, e continua sendo um verdadeiro terrorista, insuflador das massas, pregando o ódio que sempre pregou, com o mesmo discurso pobre dos nós contra eles, uma verdadeira demência ambulante que devia ser afastada da sociedade brasileira, para o bem de todos nós, ele representa um perigo iminente e permanente.
















Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista



7 visualizações0 comentário

Comentários


bottom of page