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  • Foto do escritorGenival Dantas

As ideias são capitais, que só produzem juros em mãos do talento






O fato sem politicagem 27/05/2022



A relação de casualidade interpelada judicialmente por cinco deputados do (PT) arguindo o ex-juiz Sergio Moro, como elemento que tenha causado danos ao patrimônio da Petrobrás S/A, quando da Operação Lavajato, é no mínimo uma heresia política, pois sabemos que o prejuízo dado àquela empresa foi exatamente por membros e aliados políticos daquela Sigla partidária, inclusive com bilhões de Reais recuperados no exterior e retornado ao patrimônio daquela empresa.


O juiz Charles Renaud Frazão de Morais, 2º Vara Federal Civil do Distrito Federal, recepcionou na data de ontem (24/05) uma ação popular, ajuizada pelos cinco deputados do (PT), tornando o ex-juiz Sergio Moro réu como partícipe na Operação Lava Jato, já extinta. Essa ação faz o questionamento da conduta do juiz nos casos específicos da condução coercitiva, do ex-presidente Lula, e divulgação de conversa entre o petista e a presidente Dilma Rousseff,


As alegações são fundamentadas no argumento que o ex-juiz deturpou o sistema da justiça criminal, tendo, esse ex-juiz, se utilizado o cargo público, que ocupava, para benefício próprio, usando-o como palanque eleitoreiro e promoção pessoal, confirmado no momento atual, reforçado com a intenção do ex-juiz em sair candidato a cargo público, no pleito de outubro próximo. A ação é risível há intenção prioritária de fazer inversão de valores, na tentativa de inocentar o réu.


Fica, dessa forma, configurada a intenção basilar de tratar o assunto como uma peça política, de politicagem exacerbada, com notória incongruência quando o espírito principal é desacreditar o ex-juiz, junto à opinião pública, desestruturando qualquer intenção do ex-juiz de postular um cargo eletivo nas eleições futura. O réu no processo da Lava Jato foi condenado em duas instâncias e nove juízes diferentes, caracterizando a celeuma patrocinada pelo STF e seus ministros.


Depois de suspender as ações do ex-juiz Sergio Moro, tornou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva elegível e os processos contra ele encaminhados às instâncias competentes. Logo após a sentença ser dada outros envolvidos na Lava Jato entraram com ações na própria justiça, alegando prejuízos financeiros e morais, exigindo ressarcimentos por parte da justiça. É de se imaginar, que futuramente o próprio ex-presidente Lula e seus asseclas tentem a mesma possibilidade.


















Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista









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