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As cizânias entre Poderes fazem o Brasil sangrar sem uso de preventivos

  • Foto do escritor: Genival Dantas
    Genival Dantas
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura







O talento forma-se na solidão, o caráter na sociedade


07/05/2026


conceito dos pensadores da Praça do Canhão


 

política e moralmente, estamos dando voltas em torno da indolência sem se afastar do lugar, assentados que estamos nas nossas teorias passadas e superadas pelos novos tempos, com o País sendo levado pela ignorância política e econômica por pessoas ligadas ao Governo Central sem a mínima expertise na condução de nossas políticas mais basilares.

 

O que sobra é o dever de, pelo menos, analisar do ponto de vista da concertação, na distância em que nos encontramos, longe do núcleo problemático de viés nocivo aos conceitos elementares da superação alcançada quando se procura a saída de uma crise instalada e, o todo, tem pelo menos a humildade de retroceder nos seus atos e se render aos erros passados.

 

O atual governo prima pela ostentação de sua sapiência na administração pública, de fato era para ter esse sentimento acurado desde que ele tivesse feito gestões de acuidades, com controles sérios, um corpo técnico devidamente treinado, pessoas cônscias das suas responsabilidades junto aos organismos públicos, sem querer se dar bem no espaço ocupado.

 

Se o Governo atual se encontra em estado falimentar, isso ocorre pela persistência de tentar acumular gestões para realizações pessoais. Temos um Governo Lulopetista indo para quase 20 anos, totalmente desajustado, culpa de uma política sem plataforma administrativo, ausência de projeto para o futuro, com pensamento voltado apenas para reeleições, sem se preocupar, minimamente, com o presente.

 

Em contrapartida, as candidaturas que se apresentam, na oposição, da Direita, está sendo ditada por incongruências, basicamente, falando da principal candidatura oposicionista, do Flávio Bolsonaro, ele se perde no seu discurso retrógrado, aceitando situações desfavoráveis, com práticas vindas do passado recente.

 

Como aceitar a candidatura do seu irmão, Eduardo Bolsonaro, como primeiro suplente a senador, na chapa do presidente do Legislativo de São Paulo, André do Prado. Esse último se constituindo em um candidato Laranja.


Pois, o interesse é que esse cidadão sirva de veículo para ascensão do Eduardo Bolsonaro, assumindo o posto de senador, caso venha ganhar, uma manipulação engenhosa destoando da prática nada Republicana. Lamentavelmente!

 

Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista





 
 
 

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