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  • Foto do escritorGenival Dantas

Ante aos desencontros políticos ficamos combalidos e pasmos





O fato sem politicagem 05/07/2022



As histórias se repetem aquilo que não era consensual vem à tona de forma avassaladora, confirmam-se hipóteses de fatos mencionados via aparição de delações passadas e os meios de comunicações faz exposições, dirimindo dúvidas, ratificando as suspeitas eivadas pela opinião pública; é o caso específico da delação premiada do Marcos Valério, antigo operador do PT, dando sua versão sobre o desvio de conduta da cúpula do Partido dos Trabalhadores nos crimes de corrupção.


É impossível ficar alheio à enxurrada de informações dadas pela Revista Veja, contando os pormenores do modus operandi da turma que se apossou do PT, transformando aquela sigla partidária em verdadeiro sindicado do crime, desviando recursos de empresas estatais, e ou capital misto, além de assumir controles de departamentos e secretarias com o único objetivo de promover o desfalque financeiro na era do Lulopetismo.


O que é mais impressionante é a forma que o líder maior do PT, ex-presidente e presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva, na sua empáfia tenta passar a ideia da sua inocência sobre todo prejuízo por ele causado ao erário público, como se ele não administrasse o país no decorrer dos escândalos do Petrolão, mensalão e tantos outros de gravidade tamanha que justificaram o título de maior escândalo de todos os tempos em todos os países Republicanos e Democratas.


O caso da facada do Adélio Bispo em Jair Bolsonaro, enquanto candidato à presidência da República, 2018, com todo descaso apresentado, na condução das investigações, com provas suficientes contra a oposição brasileira, ficou parecendo até um conto da “noite sem fim”, quando tudo estava aparentemente claro e não se sabia como esconder as evidências. O fato de ele ter falado, notícias de parte da imprensa, da culpa da oposição, isso não é fato novo.


O caso do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT) assassinado, cujo crime continua em investigações, sem uma solução evidente, consterna todos nós, alia-se esse caso ao do Toninho de Campinas, outro caso de causar espanto, além do desenrolar de outros assassinatos no entorno dos crimes principais, é como se o silêncio representasse a forma mais barulhenta de se orar pelas vítimas fatais e segurança dos parentes que aqui ficaram.


A essa altura da consumação dos fatos apontados e a certeza de um ambiente inóspito ao período eleitoral se faz sensato usar a prudência e não acirrar os nervos dos envolvidos no processo, deixar que o andamento siga livre e sem trapalhadas, com afrontamentos por parte de qualquer Poder, deixando que o próprio povo faça suas escolhas, dentro do possível, sem tentativa de golpes e pretextos arbitrários, contrariando as normas e as leis em vigência.
















Genival Dantas

Poeta, Escritor e Jornalista









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