A retórica da soberania deve recrudescer na campanha política




Ponha o coração no aperto de mão – 17/09/2026
Teoria dos pensadores da Praça do Canhão
Volta à cena política a proposta feita ao Brasil pelos EUA na sequência do tarifaço de 50%, unilateralmente, em 2025. O Jornal O Estado de São Paulo, na página A10, Política, nessa data, fez uma avaliação, pormenorizada, das 21 demandas impostas pelo Governo americano, dentre eles, gostaria de sublinhar aqueles que reputo como de maior importância.
Não desmerecendo os demais itens, acredito na maior visibilidade política e econômica aqueles que temos maior integração na nossa balança comercial. O Etanol – não deve eliminar as tarifas sobre esse produto, pois como é sabido, somos produtores desse produto em larga escala e a isenção de impostos, nesse produto, acarretará prejuízos aos nossos produtores.
No item acima eu me refiro a isenção para importação. Eleição Livre – por ser o Brasil uma República Federativa e Democrática, em qualquer hipótese, nossas eleições devem primar pela sua legalidade sem a interferência de qualquer outra Nação no nosso ritmo e legalização, muito embora alguns brasileiros pensem diferente, seremos sempre livres nas nossas escolhas.
Todo e quaisquer minerais devem ser negociados livremente, sem a priorização de algum comprador, assim todo e qualquer produto retirado do nosso solo e subsolo, afinal somos independentes e soberanos em tudo que aqui temos e produzimos, sem a necessidade de aquiescência de qualquer aventureiro externo, tanto os EUA, China e Índia e até a UE.
Outra intromissão indevida é a necessidade que o Brasil venha ter de importar aviões dos EUA, com citações até mesmo de fornecedor específico, como a Boeing, é até antiético, ou indecoroso, pois, temos uma indústria nesse setor reconhecida mundialmente, que devemos prestigiá-la, procurando o mercado externo em caso de extrema necessidade.
Genival Dantas
Poeta, Escritor e Jornalista





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